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Efeitos da inalação da fumaça do cigarro sobre o estresse oxidativo no sistema nervoso central de camundongos jovens

Processo: 07/52105-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2007
Vigência (Término): 31 de agosto de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Tania Marcourakis
Beneficiário:Larissa Helena Lobo Torres Pacheco
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Sistema nervoso central   Estresse oxidativo

Resumo

A fumaça do cigarro contém uma mistura de mais de 4.700 substâncias químicas, muitas das quais são tóxicas e estão relacionadas à etiologia de doenças causadas pelo estresse oxidativo. O cérebro possui poucas defesas antioxidantes, além disso, é rico em lípides facilmente oxidáveis e contém alto teor de ferro e metais de transição que podem catalisar a formação do radical hidroxila. Anbarasi e cols, 2006 avaliaram o efeito de uma exposição de dois meses em ratos adultos, Mana e cols, 2006 trabalharam com camundongos expondo-os à fumaça do cigarro por seis meses. Entretanto, pouco se sabe a respeito dos efeitos do tabaco no sistema nervoso central de camundongos jovens. Estudo piloto realizado com camundongos neonatos observou que a exposição à fumaça do cigarro no período pós-natal parece prejudicar o crescimento alveolar. Assim, nosso objetivo será avaliar se este dano pulmonar está acompanhado da produção do estresse oxidativo no sistema nervoso central de camundongos ainda em desenvolvimento. Os camundongos serão expostos à fumaça do cigarro por 1 hora diária a partir do 5º dia de vida, por um período de 13 (18 dias de vida) e de 35 dias (40 dias de vida). (AU)