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Estudo do perfil proteômico urinário em indivíduos com Tolerância Imunológica Operacional no transplante renal humano

Processo: 07/52418-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2007
Vigência (Término): 30 de abril de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Verônica Porto Carreiro de Vasconcellos Coelho
Beneficiário:Maisa Carla Silveira Takenaka
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Aloenxertos   Transplante de rim   Rejeição de enxerto   Tolerância imunológica   Proteoma   Urina

Resumo

A rejeição crônica é a principal causa de perda tardia do aloenxerto renal. Alguns pacientes transplantados desenvolvem um estado de não agressão ao aloenxerto mesmo quando retiradas as drogas imunossupressoras. Esses pacientes encontram-se em um estado imunológico chamado de "tolerância operacional". Levantamos como hipótese que neste estado de "tolerância operacional" os pacientes possuam um perfil imunológico associado a este estado regulado, distinto dos pacientes que evoluíram com rejeição crônica. Considerando que a análise do perfil de proteínas presentes na urina pode trazer informações importantes sobre o estado imunológico renal, temos como objetivo neste projeto, analisar o perfil proteômico diferencial na urina de pacientes transplantados renais em "tolerância operacional" comparativamente àqueles com rejeição crônica, utilizando eletroforese bidimensional, identificação de proteínas por espectrometria de massa e impressão digital peptídica (do inglês, Peptide Mass Fingerprint). O presente projeto poderá contribuir para a melhor compreensão de mecanismos atuantes no estado de "tolerância operacional" no transplante renal humano, assim como na identificação de marcadores urinários que possam ser úteis na discriminação deste estado de "tolerância operacional" e que possam ser testados futuramente como critérios para a retirada ou diminuição de imunossupressores de outros pacientes transplantados. (AU)