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Desenvolvimento de ligas de mg em formas maciças para armagenagem em hidrogênio

Processo: 07/54371-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2007
Vigência (Término): 30 de junho de 2010
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Metalurgia Física
Pesquisador responsável:Claudio Shyinti Kiminami
Beneficiário:Gisele Ferreira de Lima Andreani
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:05/59594-0 - Propriedades de ligas metálicas amorfas, metaestáveis e nano-estruturadas, AP.TEM
Assunto(s):Armazenamento de hidrogênio

Resumo

Materiais não convencionais como os nanocompósitos à base de magnésio têm sido estudados para armazenagem de hidrogênio, no intuito de alcançar alta capacidade de armazenagem a temperaturas relativamente baixas e com cinética rápida de absorção e dessorção. Os hidretos MgH2 e Mg2FeH6 apresentam altas capacidades volumétricas e gravimétricas de armazenagem, e dessa forma cumprem os principais requisitos para a armazenagem de H2, oferecendo eficiência e segurança. O presente projeto de tese é parte de ações do grupo de pesquisa do DEMa-UFSCar que tem como meta o desenvolvimento de um pré-protótipo de tanque de armazenamento de estado sólido, capaz de armazenar mais hidrogênio por área do que os atuais, liberando-o para abastecimento de células a combustível. Essa tese tem como objetivo o desenvolvimento de ligas Mg2FeH6 e MgH2 para armazenagem de hidrogênio processadas por deformação plástica com características de alta porosidade com pequeno tamanho de grão, procurando alcançar com o aumento da área superficial do material um aumento na sua capacidade de armazenamento. Para tanto serão desenvolvidos procedimentos para (processamento de ligas de Mg, em forma de pó e em barras, por extrusão, deformação severa (SPD) e por laminação, seguido por tratamento térmico. Os produtos serão caracterizados estruturalmente e microestruturalmente e avaliados quanto à sua capacidade de absorção e adsorção de hidrogênio. (AU)