| Processo: | 07/55026-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - História - História do Brasil |
| Pesquisador responsável: | Pedro Luis Puntoni |
| Beneficiário: | Fernanda Sposito |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | São Paulo Povos indígenas Bandeiras Paraguai Jesuítas Colonização |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bandeiras | Colonizacao | Indigenas | Jesuitas | Paraguai | Sao Paulo |
Resumo Este projeto propõe o estudo da colonização do sul da América portuguesa nos dois primeiros séculos. Busca-se compreender ás relações entre colonizadores e indígenas, identificando os modelos de organização social dos nativos e suas transformações face ao contato com os europeus.. O estudo parte da capitania de São Vicente e mapeia as características da instalação e expansão desta capitania, avançando para o planalto de Piratininga e, a partir daí, para o devassamento do interior do território, até os limites do Império português da América. Com isso, nos remetemos à problematização da ocupação espanhola na região do Paraguai, especialmente em seu avanço ao Guairá. O projeto retoma, portanto, o tema das "bandeiras paulistas", dimensionando-o dentro das relações conflituosas e ambíguas entre portugueses, espanhóis, jesuítas e indígenas nos séculos XVI e XVII na parte sul da América. Como periodização pretende-se utilizar dois marcos da questão indígena que são paradigmáticos. O primeiro refere-se ao ano de 1537, com o pronunciamento do papa Paulo III a respeito dos nativos americanos, anunciando que devem ser convertidos e não escravizados. Como marco final se apresenta o ano de 1696, quando a Coroa portuguesa autoriza a administração particular da mão-de-obra indígena, indicando a vitória dos interesses dos colonizadores em detrimento dos missionários. Estes momentos ilustram diferentes tipos de estratégias coloniais frente à realidade multifacetada dos povos indígenas ao longo de dois séculos. (AU) | |
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