Busca avançada
Ano de início
Entree

Avaliação farmacológica dò extrato dè café (Coffea arabica l.) sôbre o sistema dopaminérgico e Èm um modelo animal dè Parkinson

Processo: 06/58692-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2007
Vigência (Término): 30 de abril de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Pesquisador responsável:Elisaldo Luiz de Araujo Carlini
Beneficiário:Graziella Rigueira Molska
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fármacos neuroprotetores   Neuroproteção   Doença de Parkinson   Plantas medicinais   Café

Resumo

São muitos os indícios de que o uso crônico do café teria para o ser humano, entre outros aspectos, um efeito protetor contra a doença de Parkinson (DP). Esta patologia humana é resultante de uma degeneração de neurônios do sistema nigroestriatal do cérebro humano tendo como conseqüência um déficit muito grande do neurotransmissor dopamina. A terapêutica vigente para a DP consiste na reativação da atividade dopaminergica cerebral, quer seja pela administração de agonistas diretos do receptor dopaminérgico; pela reposição parcial dos níveis da própria dopamina através da administração de precursores; ou, ainda por inibição da MAO, a enzima que metaboliza a dopamina. Outra possibilidade a ser explorada é o uso de agentes antioxidantes, uma vez que a degeneração neuronal é conseqüência de um estresse oxidativo excessivo. Estudos epidemiológicos apontam uma relação inversa entre o consumo de café e a DP; ou seja, o consumo de café protegeria o ser humano desta doença. Estudos realizados no nosso laboratório indicam que um extrato preparado com sementes não torradas do café é capaz de estimular o sistema dopaminérgico, bem como apresentou uma moderada ação antioxidante. Sendo assim, o objetivo do presente estudo é investigar se este extrato de café (preparado com sementes não torradas) apresenta efeito protetor (pré-tratamento) e neuroregenerador (pós-tratamento) em ratos submetidos a modelos experimentais de Parkinson. (AU)