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Detecção molecular quantitativa Através de PCR competitiva em cianobactérias hepatotóxicas

Processo: 07/57672-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2008
Vigência (Término): 20 de agosto de 2009
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental
Pesquisador responsável:Maria Do Carmo Bittencourt de Oliveira
Beneficiário:Selma Gouvêa de Barros
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Reservatórios   Toxinas   Cianobactérias

Resumo

Os corpos d'água brasileiros vêm apresentando um problema de Saúde Pública devida à presença de cianobactérias potencialmente tóxicas, principalmente do gênero Microcystis que são capazes de produzir a hepatotoxina microcistina. A microcistina é codificada por um agrupamento de genes denominados mcys, cuja presença é restrita a cepas tóxicas. Com isso cepas tóxicas e não tóxicas podem ocorrer na mesma população sendo que a distinção entre elas não é possível através de caracteres morfométricos. Sendo assim, a abordagem molecular para detecção da potencialidade de produção da microcistina por cianobactérias é extremamente útil. Este estudo objetiva avaliar metodologia molecular de Polymerase Chain Reaction (PCR) competitiva para detecção quantitativa-de Microcystis potencialmente hepatotóxicas. Serão preparados cultivos compostos de células tóxicas e não tóxicas em razão conhecida originados de linhagens de Microcystis e posterior realização de PCR competitiva a fim de verificar a concordância da técnica de PCR competitiva e a contagem de células em microscópio óptico na quantificação de células totais utilizando o primer cpcBA, e tóxicas utilizando o primer mcyB F/R. Pretende-se também aplicar esta metodologia em amostras ambientais de corpos d’água brasileiros. Desta maneira espera-se analisar o potencial da metodologia na quantificação da proporção de células de Microcystis tóxicas e não tóxicas de corpos d’água. Esta técnica é baseada na co-amplificação do fragmento do gene alvo e de um DNA competidor de concentração conhecida, sendo que ambos podem ser amplificados pelo mesmo primer. PCR competitiva apresenta potencial de ser integrada na rotina de monitoramento de mananciais utilizados para abastecimento público, pois além de não depender da produção da toxina no momento da análise, da categoria taxonômica e da isoforma da toxina é quantitativa e preditiva. (AU)