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Análise proteômica de plasma seminal e espermatozoide de pacientes submetidos a ciclos de reprodução in vitro

Processo: 07/57726-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Data de Início da vigência: 01 de abril de 2008
Data de Término da vigência: 31 de janeiro de 2011
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Agnaldo Pereira Cedenho
Beneficiário:Thiesa Butterby Soler Barbosa
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Infertilidade masculina   Fertilização in vitro   Espermatozoides   Sêmen   Proteoma
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Espermatozoide | Fragmentacao De Dna | Infertilidade | Plasma Seminal | Proteoma | Reproducao Assistida

Resumo

Em torno de 15% dos casais são inférteis e não conseguirão atingir a paternidade sem auxílio médico. Dentre as opções de tratamento destacam-se as técnicas de reprodução assistida, principalmente a fertilização in vitro clássica (FIV) e a injeção intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI). Todavia, a utilização destas técnicas não garante ao casal a gravidez, e os motivos para as falhas neste caso podem ser femininos, masculinos ou de ambos. No caso da infertilidade masculina, é importante ressaltar que para atingir a gravidez é necessário que o espermatozoide apresente um DNA compacto que descondense após a fertilização, além da expressão de proteínas, tanto no espermatozoide como plasma seminal que contribuem com este processo. Proteínas presentes em plasma seminal podem além de desempenhar um papel importante nestas etapas, ser marcadoras de fertilidade, ou da capacidade provável de uma amostra de sêmen levar à fertilização e subsequente gravidez. Em bovinos, a osteopontina e a prostaglandina D-sintetase, por exemplo, são marcadoras cuja presença no plasma seminal sugere àquela amostra uma capacidade melhor de atingir a fertilização. Além de seu valor preditivo, o estudo de proteínas do plasma seminal e dos espermatozoides poderá oferecer uma melhor compreensão dos mecanismos moleculares envolvidos na infertilidade masculina, e assim levar a uma possível terapia que busque corrigir estas alterações. Como em humanos ainda há pouca informação sobre proteínas que participem especificamente da fertilização durante a FIV e a ICSI, o objetivo deste estudo é verificar a expressão de proteínas em plasma seminal e espermatozoides de pacientes submetidos ao tratamento de infertilidade. (AU)

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