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Estudo da expressão proteica em urina de pacientes transplantados renais sob o efeito de imunossupressores

Processo: 08/51549-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2008
Vigência (Término): 30 de abril de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Dulce Elena Casarini
Beneficiário:Maisa Mayumi Sakata Sumikawa
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Transplante de rim   Rejeição de enxerto   Imunossupressores   Expressão de proteínas   Proteômica   Proteoma

Resumo

O transplante renal utilizando drogas imunossupressoras é o melhor tratamento para pacientes com insuficiência renal crônica terminal. Porém, 10 a 30% dos transplantados renais ainda podem apresentar um episódio de rejeição aguda, dependendo do regime imunossupressor instituído. A primeira estratégia de individualização da dose das drogas foi feita a partir da utilização do monitoramento terapêutico através da farmacocinética e da farmacodinâmica. Entretanto, é freqüente observarmos disfunção renal em pacientes com concentrações sanguíneas das drogas teoricamente dentro da faixa terapêutica predefinida. Diferenças na sensibilidade ao efeito farmacodinâmico das drogas poderiam explicar esses achados e a utilização de marcadores biológicos através da técnica proteômica poderia aprimorar ainda mais a individualização dos regimes imunossupressores. Como os efeitos dessas drogas na expressão protéica do tecido dos pacientes submetidos ao transplante renal ainda não foi elucidado, o objetivo deste projeto é avaliar as diferenças na expressão protéica do tecido renal em um grupo relativamente homogêneo de pacientes recebendo a mesma combinação de drogas imunossupressoras, ajustadas para atingir concentrações sanguíneas terapêuticas predeterminadas. Esperamos identificar um padrão de expressão protéica do tecido renal diferente entre aqueles pacientes com e sem rejeição aguda. A identificação dessas proteínas poderá elucidar o mecanismo molecular da rejeição e também caracterizar a sensibilidade individual ao efeito farmacodinâmico das drogas imunossupressoras utilizadas, constituindo-se num novo avanço em direção a real individualização da terapia imunossupressora. (AU)