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Avaliacao do estresse oxidativo no sangue e na placenta de ratas com diabete de intensidade moderada.

Processo: 07/02673-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2008
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Embriologia
Pesquisador responsável:Débora Cristina Damasceno
Beneficiário:Ana Paula Machado Spada
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Biologia do desenvolvimento   Placenta   Prenhez   Estresse oxidativo

Resumo

Diabetes mellitus (DM) é considerado uma das principais doenças crônicas, sendo um problema de saúde universal que acomete todas as classes sócio-econômicas e afeta populações de países em todos os estágios de desenvolvimento. É caracterizado pela presença de hiperglicemia crônica com distúrbios do metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas, resultando em defeitos na secreção e/ou ação da insulina, acarretando conseqüências a longo prazo. A hiperglicemia ocasiona complicações placentárias que pode ser devido ao aumento do estresse oxidativo e diminuição da capacidade antioxidante dos tecidos para compensar o aumento nos níveis de espécies reativas de oxigenio (ERO). Frente à falta de informações interligadas com relação às repercussões materno-placentárias e a necessidade de melhor compreensão dos mecanismos fisiopatológicos envolvidos no estresse oxidativo plasmático e na placenta de ratas com diabete de intensidade moderada (glicemia entre 120 e 300 mg/dL), o objetivo deste estudo é validar o modelo de diabete moderado induzido por streptozotocin em ratas Wistar e avaliar a repercurssão deste modelo no sistema antioxidante, lipoperoxidação do tecido placentário e sangüíneo destas ratas e no desenvolvimento fetal. Serão utilizados ratos (machos e fêmeas) da linhagem Wistar. O diabete será induzido no 1o dia de nascimento pela injeção de streptozotocin na dose de 100 mg/kg de peso corporal. O critério de inclusão estabelecido para compor o grupo de ratas com diabete de intensidade moderada consistirá em ratas que apresentarem valores glicêmicos entre 120 mg/dL e 300 mg/dL a partir do 84o dia de vida (fase adulta). Na fase adulta, essas ratas diabéticas e não-diabéticas serão acasaladas e, no 21º dia de prenhez, serão anestesiadas com pentobarbital sódico e mortas para coleta das amostras de sangue e tecido placentário para análise de estresse oxidativo. Após laparotomia, serão determinados os pesos dos fetos e de suas respectivas placentas para o cálculo do índice placentário. Será considerado p<0,05 como limite de significância estatística.

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SPADA, Ana Paula Machado. Avaliação do estresse oxidativo no sangue e na placenta de ratas com diabete de intensidade moderada. 2009. 24 f. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Medicina. Botucatu.

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