| Processo: | 07/57436-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Jose Alexandre Marzagão Barbuto |
| Beneficiário: | Renato Brito Baleeiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 04/09956-0 - Modulacao funcional de celulas dentriticas em diferentes situacoes fisiopatologicas., AP.TEM |
| Assunto(s): | Células dendríticas Imuno-oncologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antigeno Tumorais | Celulas Dendriticas | Her-2/Neu | Imunoterapia Do Cancer | Ny-Eso-1 | Toll-Like Receptores |
Resumo As células dendriticas (DCs), devido a sua capacidade única para iniciar uma resposta imune, induzir memória e quebrar a tolerância imunológica pré-estabelecida parecem ser a ferramenta celular ideal para a imunoterapia de tumores, o que vem sendo intensamente explorado nos últimos anos, mas com resultados ainda não completamente satisfatórios. Um dos pontos que poderia explicar esta insuficiência seria a ativação "inadequada" das DCs nos diferentes protocolos clínicos utilizados. Assim, neste projeto pretendemos estudar a eficácia da imunização contra Ags tumorais pelo acoplamento físico dos mesmos a agonistas de "Toll-like receptors" (TLRs). Os objetivos deste projeto são, portanto, comparar a indução e o padrão de resposta imune específica aos Ags tumorais NY-ESO-1 e/ou HER-2/neu, por DCs diferenciadas a partir de monócitos humanos tratados com GM-CSF e IL-4, e maturadas com agonistas de TLRs de localização intracelular (poli I:C, agonista de TLR3, intracelular) e/ou agonistas de TLRs localizados na superfície celular (lipopeptídeos tri-acetilados, agonistas de TLR1/2, de superfície). Estes agonistas serão acoplados fisicamente, ou não, ao Ag tumoral e as DCs assim geradas serão avaliadas quanto a seu fenótipo de membrana, ativação de vias de sinalização intracelulares estimuladoras (via das STAT) e inibidoras (via das SOCS), produção das citosinas IL-10, IL-12p70 e IL-23p19 e capacidade de estimular linfócitos T naive autólogos contra o Ag tumoral com o qual essas DCs terão sido pulsadas. Neste ponto, também será analisado o padrão de resposta dos linfócitos pelo perfil de citosinas produzidas nas co-culturas de DCs com linfócitos T, assim como pela avaliação do fenótipo desses linfócitos. Além de poder contribuir para a elaboração de protocolos imunoterapêuticos mais eficazes, este projeto deve aprofundar nosso conhecimento quanto aos mecanismos de diferenciação e ativação das DCs (humanas) no contexto das relações entre a resposta imune inata e adaptativa. (AU) | |
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