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Avaliação da função dos músculos do assoalho pélvico de mulheres com síndrome dos ovários policísticos e correlação com níveis hormonais

Processo: 08/52614-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Cristine Homsi Jorge Ferreira
Beneficiário:Flávia Ignácio Antônio Vassimon
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Assoalho pélvico   Força muscular   Hiperandrogenismo   Síndrome do ovário policístico

Resumo

A Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é a endocrinopatia mais freqüente nas mulheres em idade reprodutiva, com prevalência de 6 a 10%. Caracteriza-se por hiperandrogenismo clínico e/ou bioquímico, irregularidades menstruais, e provavelmente, é a causa mais comum de hirsutismo e infertilidade. Androgênios e esteróides anabólicos têm sido usados para aumentar a massa muscular e força. Devido à alta prevalência de hiperandrogenismo em SOP, é plausível que mulheres com SOP possam ter aumento da massa muscular e da função dos Músculos do Assoalho Pélvico (MAP) comparado com controles. Por outro lado, a obesidade também é altamente prevalente e poderia ter impacto negativo na função dos MAP. Assim os objetivos primários do mesmo são avaliar a função dos músculos do assoalho pélvico de mulheres com SOP, correlacionar aos níveis hormonais e comparar a função dos MAP das mulheres com Síndrome dos Ovários Policísticos e de mulheres que não tenham esse problema. Serão incluídas no estudo mulheres com SOP com IMC normal e obesas, mulheres sem SOP com IMC normal e obesas. As voluntárias terão a musculatura do assoalho pélvico avaliada por meio do exame digital, da perineometria, da EMG e ultrassonografia em dois dias alternados. No primeiro dia será realizada a palpação digital e avaliação por meio do perineômetro. Em seguida as mulheres responderão a questões a cerca de sintomas de perda urinaria. Todas responderão a um instrumento genérico de qualidade de vida em saúde (SF-36) e as que relatarem perda urinaria responderão a um questionário específico para mulheres incontinentes (IQOL). No segundo dia de avaliação, será realizada a eletromiografia dos MAP, em seguida a ultrassonografia. (AU)

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