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Estudo quimico de plantas de hortia e do fungo guignardia criticarpa: busca de compostos de partida para bactericidas a xylella fastidiosa e fungicidas a g.citricarpa.

Processo: 08/53304-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2008
Vigência (Término): 08 de março de 2010
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva
Beneficiário:Vanessa Gisele Pasqualotto Severino
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Xylella fastidiosa   Fungos   Produtos naturais   Rutaceae   Guignardia citricarpa

Resumo

O desafio para os citricultores no controle da mancha preta dos citros, causada pelo fungo Guignardia citricarpa, tem aumentado cada vez mais com a exigência por produtos livres de resíduos químicos tóxicos. Esta informação estimula implantar os ensaios de avaliação da atividade antifúngica de metabólitos secundários frente à G. citricarpa junto ao laboratório de Produtos Naturais da UFSCar, o qual possui as condições e infra-estrutura para isto. Os mesmos poderão dar mais aplicabilidade aos constituintes de plantas isolados por vários alunos de PN e mesmo àqueles que realizam projetos em síntese orgânica, pois os ensaios estariam à disposição de todo o grupo de QO. Uma alternativa para se entender e conseqüentemente inibir o crescimento do fungo é realizar o estudo dos aspectos químicos envolvidos no processo de desenvolvimento do mesmo. Portanto o projeto tem como segundo objetivo isolar está moléculas envolvidas no desenvolvimento de G. citricarpa e entender os aspectos químicos em todo o seu ciclo. Outro problema da citricultura é que o numero de plantas afetadas pela X. fastidiosa vem aumentando, pondo em risco empregos e prejudicando a economia do País. Uma alternativa para a inibição do crescimento desta bactéria seria ensaiar uma diversidade grande de compostos, onde a chance de se encontrar um que seja bactericida à X. Fastidiosa é maior. Em ensaios anteriores o limonóide guianina mostrou o melhor MIC (2,9 M), o qual foi isolado de plantas do gênero Hortia. Este resultado estimula concluir os estudos de extratos mais polares destas plantas, principalmente após ter sido avaliado seus espectros de RMN 1H os quais indicaram a presença de outros límonóides similares. Considerando que muitos dos compostos de fungos são biossintetizados para agirem como antibióticos de defesa, o projeto visa ensaiar como inibidores do desenvolvimento de X. fastidiosa, não apenas os constituintes de plantas de Hortia, mas também aqueles que forem isolados de G. citricarpa. (AU)