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Habitat, hábito e morfologia cardíaca: influência destes fatores sobre as respostas cardiorrespiratórias a hipóxia e alterações térmicas em espécies de peixes ecologicamente distintas

Processo: 08/54401-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2008
Vigência (Término): 31 de outubro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Ana Lúcia Kalinin
Beneficiário:Juliana Montovani Thomaz
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Anóxia   Temperatura   Morfologia animal   Anatomia animal   Peixes

Resumo

Os ambientes aquáticos apresentam amplas variações em suas propriedades físico-químicas, principalmente na temperatura e no oxigênio, que podem gerar alterações comportamentais, fisiológicas e teciduais, como os mecanismos de compensação cardiorrespiratórios. A anatomia do coração de peixes teleósteos não é uniforme em todas as espécies e o ventrículo apresenta três formas distintas (sacular, tubular e piramidal), estando associado a dois tipos diferentes de tecido (compacto e esponjoso), havendo uma possível relação entre a atividade locomotora, mioarquitetura e suprimento sanguíneo ventricular. Diferenças na arquitetura do coração podem interferir na direção da regularização ventricular. Diante da necessidade de se ter uma melhor compreensão dos aspectos fisiológicos e adaptativos utilizados pelas espécies e a escassez de dados sobre a morfologia ventricular de peixes Neotropicais e sua correlação com as respostas cardiorrespiratórias, o presente trabalho visa avaliar esta possível relação entre as características morfológicas dos corações de peixes de diferentes hábitos com os efeitos da alteração da temperatura e da disponibilidade de oxigênio nas respostas cardiorrespiratórias, em especial, nos componentes do eletrocardiograma. Os corações de Hoplias malabaricus e de Brycon amazonicus serão analisados morfologicamente, com relação à circulação coronariana e o tipo de tecido presente. Serão avaliadas as respostas cardiorrespiratórias frente à elevação da temperatura de 25 para 35°C e do retorno subsequente a 25 °C; o efeito da redução da temperatura de 25 para 15°C e do retorno subsequente a 25°C e o efeito da redução gradual na concentração de oxigênio do meio em diferentes temperaturas (15, 25 e 35°C). (AU)

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