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Formulação vacinal trivalente voltada para o controle profilático/terapêutico de tumores induzidos pelo vírus papiloma humano tipo 16 (HPV-16) e infecções pelos vírus da imunodeficiência adquirida (HIV) e herpesvírus humano (HSV)

Processo: 08/55394-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Luis Carlos de Souza Ferreira
Beneficiário:Vinicius Canato Santana
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Vacinas de DNA   HIV

Resumo

O desenvolvimento de estratégias profiláticas e/ou terapêuticas contra os vírus HPV (vírus do papiloma humano), HIV (vírus da imunodeficiência adquirida) e HSV (herpesvírus humano) representam uma prioridade para o controle de importantes infecções sexualmente transmissíveis e do câncer .de. colo uterino. A imunoterapia antígeno-específico, surge como uma excelente estratégia no controle de tumores e infecções, por sua capacidade de desenvolver imunidade contra células neoplásticas e/ou infectadas, não destruindo células normais. As proteínas E7, p24 e gD são exclusivamente expressas por células infectadas e, por isso, utilizadas como alvos para vacinas com características terapêuticas. No Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas foram desenvolvidas duas vacinas de DNA capazes de expressar as três proteínas virais citadas acima. Estas vacinas apresentam os genes da E7 do HPV-16 e p24 do HIV fusionadas em um sítio permissível próximo à extremidade C-terminal da proteína gD do HSV-1, e em modelo murino foram capazes de gerar ativação de células T CD8+ E7 e p24 especificas. No presente projeto de mestrado propomos utilizar um vetor de expressão bicistrônico que contem uma seqüência IRES capaz de expressar estas duas seqüências gênicas no desenvolvimento de uma vacina de DNA trivalente, avaliando a capacidade desse vetor em ativar células T CD8+ específicas e gerar anticorpos, bem como em conferir proteção profilática e terapêutica à formação de tumores induzidos após inoculação de células tumorais TC-1 que expressam E7 em sua superfície. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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