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Resposta ovariana em éguas tratadas com baixas doses de extrato de pituitária equina

Processo: 08/56633-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 30 de junho de 2010
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Cezinande de Meira
Beneficiário:Angelica Misailidis Gimenes
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Superovulação   Embrião   Equinos

Resumo

O presente estudo visa avaliar a resposta ovariana de éguas tratadas com extrato de pituitária eqüina (EPE) nas doses de 6 e 8 mg administradas de 12 em 12 horas e testar a administração prévia de prostaglandina F2α (PGF2α), a fim de reduzir o tempo de tratamento superovulatório. As éguas receberão no oitavo dia após a ovulação (D8) 7,5 mg i.m. de dinoprost trometamina (PGF2a), em seguida serão distribuídas em cinco grupos. Os animais do grupo 1 e 3 serão tratados com EPE a partir do D8, os do grupo 2 e 4 a partir do momento que o maior folículo apresentar diâmetro entre 20 e 23mm. O quinto grupo (grupo controle) receberá apenas PGF2α para estimulação da luteólise no D8. Em todos os grupos tratados, o EPE será interrompido quando o maior folículo apresentar diâmetro ≥32 mm, nos casos em que houver uma diferença maior que cinco mm de diâmetro entre o maior e o segundo ou terceiro maior folículo será realizado mais uma aplicação de EPE. A ovulação será induzida no momento em que pelo menos um folículo atingir diâmetro >35 mm. Para indução será utilizado dose única de 2500 U.l. de hCG, i.v. (Vetecor®). As éguas serão inseminadas 12 e 36 horas após a aplicação do hCG. Será utilizado sêmen fresco, diluído com extensor a base de leite desnatado, de garanhão com fertilidade conhecida. A dose inseminante será de 1x109 espermatozóides móveis. As éguas serão submetidas à colheita de embriões oito dias após a detecção da primeira ovulação. Os grupos serão comparados através da Análise de Variância. Caso haja diferença significante entre os grupos (p <0,05) realizar-se-á teste comparação entre médias, Teste de Tukey. Com base na literatura consultada, pôde-se observar que a alta resposta ovulatória, leva a uma menor taxa de recuperação embrionária por ovulação. Tal fato possivelmente ocorra por falhas nos processos de maturação e/ou captação do oócito pelas fímbrias do oviduto. Portanto, o conhecimento mais aprofundado da relação de maior freqüência, menor tempo de tratamento utilizando baixas doses de EPE contribuirá para o aumento do número de ovulações sem que ocorra a estimulação ovariana exacerbada, aumentando assim o percentual de embriões recuperados por ovulação, maximizando a eficiência reprodutiva dessa espécie em programas de transferência de embriões. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
GIMENES, Angelica Misailidis. Resposta ovariana em éguas tratadas com baixa dose de extrato de pituitária equina. 2010. 74 f. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Botucatu.

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