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Avaliação de farelo de pinhão manso (Jatropha Curcas L.) detoxicado na dieta de suínos

Processo: 08/57141-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2009
Vigência (Término): 30 de abril de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Nutrição e Alimentação Animal
Pesquisador responsável:Adibe Luiz Abdalla
Beneficiário:Bernardo Berenchtein
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Biodiesel   Carnes e derivados   Eficiência   Digestibilidade   Carcaça

Resumo

O Brasil possui diversas plantas oleaginosas e palmáceas aptas à produção de óleo para biodiesel, com destaque para soja, amendoim, girassol, gergelim, nabo-forrageiro, mamona, dendê, macaúba e pinhão manso. O farelo de pinhão manso demonstra enorme potencial de uso como fonte de proteína, porém, apresenta desvantagens devido à presença de compostos bioativos e compostos tóxicos, podendo ser utilizado na alimentação animal desde que tratamentos adequados sejam realizados para a redução ou eliminação destes fatores. Até o momento, o farelo de pinhão manso detoxicado não foi avaliado como ingrediente na alimentação animal, justificando-se a avaliação do mesmo como ingrediente protéico na dieta de suínos. Sendo assim, o presente estudo tem como objetivo avaliar a utilização do farelo de pinhão manso (Jatropha curcas L.) detoxicado, um subproduto da produção de biodiesel, na dieta de suínos na fase de terminação por meio do desempenho, digestibilidade in vivo, características de carcaça, qualidade da carne, além da mensuração da emissão de metano entérico e da composição dos dejetos dos animais. Inicialmente, visando comprovar a detoxicação do farelo de pinhão manso, será realizado um ensaio biológico, onde serão utilizados ratos adultos, avaliados através do desempenho, da freqüência de diarréia, digestibilidade in vivo, taxa de mortalidade, biômetra de órgãos, utilização líquida de proteína (NPU), valor biológico e da taxa de eficiência protéica. Os suínos serão alimentados com cinco tratamentos: controle- ração basal (milho e farelo de soja) e os demais tratamentos com a inclusão de 2, 4, 6 e 8% de farelo de pinhão manso detoxicado. O delineamento utilizado será em blocos casualizados de acordo com o peso vivo inicial dos animais. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
BERENCHTEIN, Bernardo. Avaliação do farelo de pinhão manso (Jatropha curcas L.) detoxicado na dieta de suínos. 2012. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Centro de Energia Nuclear na Agricultura Piracicaba.

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