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Mecanismos envolvidos na indução da inflamação alérgica pulmonar pela serino protease subtilisina

Processo: 08/57469-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Momtchilo Russo
Beneficiário:Esther Borges Florsheim
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):12/07083-6 - Participação do epitélio e fibras tipo C em processos inflamatórios alérgicos, BE.EP.DD
Assunto(s):Pneumonia   Asma   Serina proteases   Subtilisina   Antagonistas dos receptores histamínicos H1   Receptor 4 toll-like   Imunoterapia

Resumo

Das doenças pulmonares ocupacionais, a Asma alérgica é a mais prevalente. Mais da metade dos casos de Asma ocupacional está associada à exposição a proteases. Uma delas, a subtilisina proveniente de Bacillus subtilis, foi amplamente utilizada da fabricação de detergentes na década de 60. Isto contribuiu para o aumento da incidência de asma ocupacional. Mesmo assim, nenhum modelo asma experimental utilizando subtilisina foi desenvolvido. O presente projeto pretende desenvolver um modelo de asma experimental em camundongos usando a subtilisina como alérgeno. A subtilisina é uma serino-protease que pertence a uma classe de alérgenos do tipo II, que tem como característica não induzir tolerância imunológica quando inalados e que não necessitam de adjuvantes para induzir reações de hipersensibilidade. As proteases podem atuar em receptores denominados PARs ('protease activating receptors') e induzir uma resposta adaptativa tipo Th2. Assim, o modelo de asma induzida por subtilisina, pode também representar um protótipo de doença alérgica induzida por alérgenos que possuem atividade serino-proteolítica. Recentemente foi mostrado que a resposta alérgica pulmonar induzida por ovoalbumina podia ser atenuada se os animais fossem sensibilizados na presença de agonistas do receptor do tipo Toll 4 (TLR4). No sentido de avaliar a modulação da resposta alérgica utilizaremos o ligante clássico de TLR4, lipopolissacarídeo (LPS), e agonistas endógenos como a proteína de choque térmico (Hsp60) e a proteína sérica amilóide A (sAA). Estes últimos são menos tóxicos que o LPS e não há nenhum estudo sistemático que tenha analisado seus efeitos na modulação de respostas alérgicas. O esclarecimento destes mecanismos imunorreguladores da alergia poderá fornecer novas ferramentas para o desenvolvimento de vacinas antialérgicas ou imunoterapia. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
FLORSHEIM, Esther Borges. Mecanismos envolvidos na indução da inflamação alérgica pulmonar pela serino protease subtilisina.. 2014. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas São Paulo.

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