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Colostro bovino liofilizado como substituto do colostro caprino e o desenvolvimento do epitelio intestinal de cabritos durante o periodo de aquisicao de protecao passiva

Processo: 08/58168-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal
Pesquisador responsável:Raul Machado Neto
Beneficiário:Débora Botéquio Moretti
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Colostro   Fator de crescimento insulin-like I   Microscopia eletrônica   Imunoglobulinas   Intestino delgado

Resumo

Nos cabritos, a ingestão de colostro nas primeiras horas de vida é crítica, pois é neste curto período que o epitélio intestinal apresenta capacidade de absorver imunoglobulinas. O colostro bovino tem sido utilizado como uma alternativa para garantir a imunidade passiva a pequenos ruminantes recém-nascidos, bem como, e principalmente, prevenir a transmissão de patógenos via colostro materno. O presente projeto tem como proposta estudar o processo de aquisição da imunidade passiva em cabritos aleitados com colostro caprino e colostro bovino liofilizado e os efeitos desses manejos sobre o desenvolvimento do epitélio intestinal considerando as características histofisiológicas e a possível influência do biopeptídeo fator de crescimento semelhante à insulina tipo I (IGF-I). Trata-se de uma proposta com objetivo de contribuir com informações básicas e aplicadas, sobre uma fase crítica para a sobrevivência com conseqüências no desenvolvimento dos caprinos. O experimento utilizará 42 cabritos recém-nascidos distribuídos ao acaso em dois tratamentos: colostro caprino e colostro bovino liofilizado, os quais serão fornecidos às 0, 12, 24 e 36 horas de vida (5% do peso vivo). Amostras de sangue serão coletadas até as 96 horas de vida para quantificação da imunoglobulina G, proteína total e do IGF-I séricos. Os animais serão abatidos às 24, 48 e 96 horas de vida para coleta de amostras do duodeno, jejuno médio e Íleo, que serão estudadas com o emprego de microscopia eletrônica de varredura e transmissão e microscopia óptica. Seis animais serão abatidos logo após o nascimento sem a ingestão de colostro, constituindo o grupo controle. Também serão coletadas amostras do tecido intestinal para determinação da atividade de enzimas extracelulares, extração e quantificação do DNA, RNA e proteína total e expressão do receptor para IGF-I. (AU)

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