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Diferenciação de células tronco obtidas de tecido adiposo (ADSC) em condrócitos utilizando colágeno do tipi II como suporte para reparo cartilaginoso

Processo: 08/56472-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Sara Teresinha Olalla Saad
Beneficiário:Pedro Bordeaux Rego
Instituição-sede: Centro de Hematologia e Hemoterapia (HEMOCENTRO). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Tecido adiposo   Terapia baseada em transplante de células e tecidos

Resumo

A lesão cartilaginosa é um problema significante e crescente na área da saúde publica, mas os tratamentos existentes para a regeneração cartilaginosa ainda são inadequados. A terapia com células tronco adultas têm sido uma alternativa promissora e têm despertado muito interesse dos pesquisadores. As células tronco mesenquimais derivadas do tecido adiposo (adiposite-derived stem cell, ADSC) são obtidas de lipoaspirações por um processo enzimático e a diferenciação ocorre devido a certas características: (a) obtenção de população homogênea morfologicamente após cultivo(b) grande capacidade de diferenciação em osteócitos, condrócitos e células adiposas(c)e apresentar positividade para marcadores celulares CD90+, CD105+ e CD73+ e negatividade para outros marcadores da linhagem hematopoéticas (CD34, CD45, CD14). Para a terapia celular de lesões cartilaginosas, além da escolha da fonte celular é necessário um suporte (scaffold) em que a célula prolifere, diferencie, permita a aderência e cresça numa estrutura tridimensional, possibilitando o transplante ao paciente. Os scaffolds são feitos de polímeros sintéticos ou de materiais biológicos. Sabe-se que a matrix extracelular composta pelo colágeno do tipo II é importante na diferenciação, metabolismo e atividade nos condrócitos estabilizando seu fenótipo. Assim as ADSC serão cultivadas juntamente com o biomaterial formado de colágeno do tipo II e, para avaliarmos a sua diferenciação em condrócitos, utilizaremos coloração com Alcian Blue, imunofluorescência para proteínas da matrix extracelular (colágeno do tipo I e II,), RT-PCR para genes Sox-9, agrecan e colágeno do tipo I e II e medida de morte celular e apoptose por Anexina V e PI. As ADSC diferenciadas em condrócitos juntamente com o biomaterial de colágeno do tipo II serão testadas in vivo, após implante em articulações danificadas de coelhos e analisadas quanto à recuperação cartilaginosa. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
REGO, Pedro Bordeaux. Diferenciação condrogênica de células-tronco mesenquimais obtidas de tecido adiposo utilizando colágeno do tipo II como suporte para reparo cartilaginoso. 2011. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Ciências Médicas.

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