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Paulo de tarso, o viajante mistico: o limite da corporeidade nos relatos de ascensao do misticismo apocaliptico judaico

Processo: 09/50760-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2009
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Teologia - História da Teologia
Pesquisador responsável:Paulo Augusto de Souza Nogueira
Beneficiário:Sebastiana Maria Silva Nogueira
Instituição-sede: Faculdade de Humanidades e Direito. Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Instituto Metodista de Ensino Superior (IMS). São Bernardo do Campo , SP, Brasil

Resumo

A esfera mística é o lugar de encontro de dois mundos. O apocaliptismo e misticismo estavam intrincadamente ligados no Judaísmo do primeiro século. Paulo é o principal exemplo da forma na qual estes dois fenômenos estavam unidos fenomenologicamente. Quando se reporta a 2 Coríntios, Paulo nos dá o melhor testemunho de primeira mão para a existência de viagens celestiais extáticas no Judaísmo do primeiro século e informações não conhecidas sobre a cultura Judaica neste período, o que é indisponível em outras fontes. Paulo nos revela sua dificuldade em relatar a visão celestial. Como um ser mortal ele se encontra fora de seu território terreno, no reino celestial. Isso revela o que pode acontecer quando o humano encontra com a divindade. Isso é verdadeiro não apenas quanto a todos os seus esforços para descrever sua visão em palavras, e, na limitação, onde não existam mais palavras, mas também no que se refere aos perigos e limitações físicas do visionário, tais como a que Paulo se refere como "o espinho na carne". Relacioná-lo a esse fenômeno é trazer à luz questões que caracterizam a intrincada ligação entre o apocalipsismo e o misticimo. (AU)