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Ativação da via de estresse de retículo endoplasmático como potencial agente sensibilizador da morte celular induzida por cisplatina- estudo experimental

Processo: 07/05975-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2008
Vigência (Término): 31 de julho de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Roger Chammas
Beneficiário:Renata de Freitas Saito
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:98/14247-6 - Center for Research on Cell-Based Therapy, AP.CEPID
Assunto(s):Melanoma   Oncologia   Curcumina

Resumo

O melanoma, câncer de pele que apresenta elevado poder metastático, é um dos poucos tumores que tem apresentado rápido aumento de incidência nos últimos 20 anos. Quando diagnosticado em estádios mais avançados, o melanoma apresenta-se refratário a tratamento quimioterápico. As bases moleculares da quimiorresistência começam a ser entendidas, abrindo-se a perspectiva da utilização de moléculas que atuem como quimiossensibilizantes. O presente trabalho pretende avaliar a relação do composto curcumina, um potencial quimiossensibilizante, com a resposta de células de melanoma a cisplatina. O mecanismo de ação de curcumina será explorado, com ênfase na geração da resposta a estresse de retículo endoplasmático, caracterizado pela ativação da via UPR (unfolded protein response; resposta a proteínas mal-enoveladas), que pode culminar em apoptose em células tumorais. Neste estudo, será abordada a sensibilização das células de melanoma humano através da indução de estresse do retículo endoplasmático ocasionado pelo tratamento destas com curcumina, e em condições controle com tunicamicina e tapsigargina. Serão então avaliadas a ativação de GADD153 e modulação de morte celular induzida pela curcumina e pela combinação de curcumina e cisplatina. Será utilizada a abordagem de RNA interferente para se avaliar o envolvimento de GADD153 nas vias de quimiossensibilização. Ainda, avaliaremos se há correlação desta resposta com o nível de glicoesfingolipídios, com ênfase no gangliosídeo pró-apoptótico como GD3, que atua em células normais, mas não em melanomas.