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Reservatório de fluoreto de cálcio no esmalte, sua estabilidade frente a desafios cariogênicos e liberação de fluoreto para o fluido do biofilme dental

Processo: 07/06179-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2008
Vigência (Término): 31 de julho de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Livia Maria Andaló Tenuta
Beneficiário:Juliana de Kássia Silva Braga
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Cariologia   Esmalte dentário   Placa bacteriana   Fluoretos   Fluoreto de cálcio

Resumo

Fluoreto de cálcio (CaF2) é formado na superfície dos dentes após aplicação tópica profissional de flúor (F) e funciona como um reservatório de F solúvel no ambiente bucal, liberando o íon para o fluido do biofilme dental para interferir com o processo de des-remineralização. A dissolução do CaF2 é potencialmente acelerada mediante as quedas de pH que ocorrem no biofilme dental. Assim, esse reservatório se esgotaria mais rapidamente em pacientes com alto consumo de carboidratos fermentáveis, como a sacarose. No entanto, não há evidência da estabilidade do CaF2 no meio ambiente bucal em função da freqüência de exposição à sacarose, i.e., em indivíduos com diferentes atividades de cárie. Dessa forma, o objetivo desse trabalho será determinar a estabilidade desse reservatório em condições controladas, simulando alto e baixo desafio cariogênico. Em um estudo in situ, cruzado e duplo-cego, 12 voluntários utilizarão um dispositivo palatino contendo blocos de esmalte humano previamente tratados com flúor gel acidulado, cobertos por uma tela plástica para promover o acúmulo do biofilme. Os blocos serão expostos à solução de sacarose a 20%, 2 e 8 vezes ao dia, simulando baixo e alto desafio cariogênico, respectivamente. Para isolar o efeito associado do dentifrício fluoretado na manutenção dos reservatórios de F, em uma fase será utilizado dentifrício fluoretado e, na outra, dentifrício não fluoretado. Após 7 e 14 dias serão feitas coletas do biofilme para a determinação da concentração de F e íons minerais cálcio e fósforo inorgânico no fluido. Os blocos de esmalte serão usados para determinar o CaF2 remanescente e a perda mineral.

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