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Avaliação do colapso e da hiperdistensão pulmonar durante a posição prona e supina através da tomografia de impedância elétrica e da tomografia computadorizada multislice

Processo: 07/06677-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2007
Vigência (Término): 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Marcelo Britto Passos Amato
Beneficiário:Marcelo Do Amaral Beraldo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/05303-4 - Novas estratégias em ventilação artificial: diagnóstico e prevenção do barotrauma/biotrauma através da tomografia de impedância elétrica (TIE), AP.TEM
Assunto(s):Terapia intensiva   Lesão pulmonar aguda   Síndrome do desconforto respiratório agudo   Pronação   Supinação   Ventilação pulmonar   Lavagem broncoalveolar   Tomografia de impedância elétrica   Tomografia computadorizada multislice   Modelos animais

Resumo

A utilização da posição prona tem proporcionado uma melhora das trocas gasosas em pacientes com Lesão Pulmonar Aguda (LPA) e Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA). No entanto, os seus mecanismos continuam desconhecidos. Objetivos: investigar os efeitos da posição prona no colapso e na hiperdistensão pulmonar, bem como nas trocas gasosas e nas pressões de abertura e fechamento pulmonar, medidos pela Tomografia de Impedância Elétrica (TIE) e pela Tomografia Computadorizada Multislice (MSCT). Métodos: 20 suínos da raça Landrace serão submetidos à lesão pulmonar aguda através da depleção de surfactante pulmonar (lavagem pulmonar), seguida por 120 minutos de ventilação lesiva. Após a instalação da lesão, os animais serão alocados em supino (n=10) e em prona (n=10) e logo em seguida será realizada uma manobra de recrutamento alveolar utilizando valores crescentes de PEEP por 2 minutos, em passos de 5 cmH2O, de 25 a 45 cmH2O com uma P fixa de 15 cmH2O. Após o recrutamento máximo, definido pela presença de uma PaO2 a 400 mmHg ou após o uso de PEEP = 45 cmH2O, a PEEP será titulada de 2 em 2 cmH2O em passos de 4 minutos, onde ao final de cada passo, iremos obter os dados de trocas gasosas, bem como da quantidade de tecido pulmonar colapsado e hiperdistendido através da TIE e da MSCT. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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