| Processo: | 07/06792-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | José Tadeu Tesseroli de Siqueira |
| Beneficiário: | Ana Laura Polizel Ranieri |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Distúrbios do sono Apneia do sono Dor facial Disfunção temporomandibular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aparelho intra-oral | Apnéia do Sono | Disfunção Temporomandibular | Distúrbios do Sono | Dor Orofacial | Odontologia | Dor Orofacial |
Resumo A Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) é caracterizada como doença crônica, progressiva, incapacitante, com alta morbidade e mortalidade cardiovascular, com maior incidência de alterações neurológicas, metabólicas e aumento do número de acidentes automobilísticos, sendo causadas pela obstrução dinâmica repetitiva das vias aéreas superiores (VAS). Tendo em vista os riscos, o tratamento deve ser instituído de acordo com os fatores etiológicos, predisponentes e perpetuantes envolvidos. A terapêutica inclui as modificações comportamentais, o uso de aparelho de pressão aérea positiva, cirurgias para desobstrução das VAS ou ainda, a utilização de vários tipos de aparelhos intra-orais. Em 2006, nos Estados Unidos da América cerca de 800 mil motoristas com SAOS se envolveram em acidentes automobilísticos, com gasto de cerca de R$31,8 bilhões, ao passo que o tratamento destes pacientes com cPAP seria em torno de R$6,1 bilhões. OBJETIVO: Avaliar a eficácia de aparelho intra-oral em hospital de ensino, no tratamento da Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono. MÉTODOS: Serão avaliados e tratados 20 pacientes, com idade entre 15 - 60 anos, índice de massa corpórea de até 35 kg/m2, SAOS leve ou moderada (IAH: 5-30/h), ausência de obstrução das vias aéreas superiores (VAS) e saúde oral para suporte do aparelho; e excluídos pacientes com cardiopatia grave, uso de psicotrópicos, transtornos mentais maiores ou endocrinológicos.Após 60 dias os pacientes farão nova polissonografia com o uso do aparelho intra-oral, e serão aplicados o questionário RDC/TMD, a ficha clínica da Equipe de Dor Orofacial (EDOF/HC) e a Escala de Sonolência de Epworth, antes e 60 dias da instalação do aparelho intra-oral. | |
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