| Processo: | 07/06880-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2009 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Artes Plásticas |
| Pesquisador responsável: | Lucia Helena Reily |
| Beneficiário: | Raquel Carneiro Amin |
| Instituição Sede: | Instituto de Artes (IA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Psiquiatria Modernismo no Brasil Transtornos mentais Psicologia da arte |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Artes Plásticas | Desenho Infantil | Doença Mental | Modernismo brasileiro | psicologia da arte | Psiquiatria | Arte e Psicologia |
Resumo Desde o século XIX até os nossos dias, pode-se observar o interesse por parte de psiquiatras, psicólogos, artistas e público em geral, em justapor a produção artística do louco e da criança. No Brasil o interesse remonta à década de 1920, com os estudos do psiquiatra Osório César, que analisou os trabalhos de artes plásticas de pacientes do Hospital Juqueri. O presente estudo intenciona estudar o "Mês das Crianças e dos Loucos" - exposição organizada por Flávio de Carvalho e Osório César acompanhada de conferências, no ano de 1933, em São Paulo, no Clube dos Artistas Modernos (CAM), do qual participaram artistas, médicos e intelectuais num momento de grande efervescência cultural modernista no país. A reconstituição do "Mês das Crianças e dos Loucos" dentro de um estudo sobre os significados do evento para o cenário cultural da época, pretende contribuir para aprofundar a compreensão dos pontos comuns vislumbrados por profissionais de saúde e artistas entre as produções da infância e dos doentes mentais, como a pureza, a espontaneidade, a liberação da crítica, a expressão profunda e inconsciente, entre outros. Este estudo se apóia em metodologia documental para desenhar a estrutura do evento (como foi organizado o mês, quais trabalhos/acervo foram expostos e de que forma, quais conferências foram proferidas, quem dele participou...). Interessa conhecer os princípios norteadores, o design da curadoria, a repercussão em jornais e periódicos do momento envolvidos e correlacionados à exposição. Procuraremos investigar quais foram as justificativas e os discursos dos organizadores, além dos diálogos possíveis da intersecção dessas duas populações: a criança e o louco. Ambicionamos, também, verificar qual foi a repercussão cultural na própria cidade de São Paulo ou mesmo no país, bem como a recepção da crítica de arte e da população do momento. Pretendemos, em suma, reconstituir o que foi a exposição a partir de dados de acervos diversos, para revelar o seu impacto na sociedade do período. | |
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