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Avaliação do nível de tratamento de esgoto sanitário para uma disposição oceânica ambientalmente segura utilizando dinâmica dos fluidos computacional (DFC)

Processo: 07/07585-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2012
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária - Saneamento Ambiental
Pesquisador responsável:José Carlos Mierzwa
Beneficiário:Eduardo Lucas Subtil
Instituição-sede: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Esgotos sanitários   Emissários submarinos   Modelagem computacional   Tratamento de águas residuárias

Resumo

O presente trabalho visa contribuir para a implementação e readequação de sistemas de disposição oceânica de esgotos sanitários da costa paulista, estabelecendo critérios quanto ao nível mínimo de tratamento de esgoto necessário para uma disposição oceânica ambientalmente segura, buscando melhores configurações sanitárias para o conjunto Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e Emissário Submarino, para assegurar o atendimento dos padrões de qualidade da água estabelecidos na resolução CONAMA nº 357/05. Para tanto, serão avaliados diferentes cenários de projetos com diferentes níveis e tecnologias de tratamento de esgotos sanitários que possam ser implantadas em conjunto com os emissários submarinos de Santos e Praia Grande 2, tendo em vista, principalmente, à redução dos contaminantes matéria orgânica, coliformes termotolerantes, nitrogênio amoniacal, fósforo total e óleos e graxas. As tecnologias de tratamento de esgotos sanitários serão selecionadas levando em consideração, além da eficiência de remoção dos contaminantes citados, os custos de implantação e operação, além de critérios técnicos e operacionais. Dessa forma, os cenários mais promissores serão simulados utilizando o software FLUENT por meio de modelagem computacional, considerando dois ambientes distintos: ambientes com baixa hidrodinâmica (emissário submarino de Santos) e ambientes com elevada hidrodinânica (emissário submarino de Praia Grande). Assim, o nível de tratamento de esgoto que atender os parâmetros de qualidade da água na região de lançamento para classe 1 de águas salinas serão considerados aptos para implantação com emissários submarinos. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Estudo aponta alternativa para emissário submarino  

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SUBTIL, Eduardo Lucas. Tratamento de águas residuárias utilizando emissários submarinos: avaliação do nível de tratamento para uma disposição oceânica ambientalmente segura.. 2012. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Escola Politécnica São Paulo.

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