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Influência da alta e baixa ingestão alimentar na função ovariana em Bos taurus indicus e Bos taurus taurus

Processo: 08/04118-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2008
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Roberto Sartori Filho
Beneficiário:Michele Ricieri Bastos
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Ovário   Nutrição animal   Estro animal

Resumo

A utilização e o desenvolvimento de biotecnologias da reprodução são indispensáveis para o aumento da eficiência reprodutiva dos rebanhos. Neste sentido, o Brasil conta com o maior rebanho bovino comercial do mundo e é um dos países que mais geram produtos utilizando biotécnicas da reprodução. Porém, muitos protocolos utilizados são descritos em animais de clima temperado, condições totalmente diferentes do bioclima brasileiro. Dessa forma, existe a necessidade em se avançar estudos comparando a fisiologia reprodutiva entre Bos taurus e Bos indicus em alta e baixa ingestão de matéria seca em clima tropical, pois o desempenho reprodutivo está diretamente associado à raça, condição corporal e nutrição do animal. Para o presente estudo serão utilizadas 10 vacas taurinas não lactantes e 10 zebuínas utilizando o modelo cross-over. Estes animais terão o ciclo estral sincronizado e observação de cio (24 horas ao dia) até confirmada a ovulação. Dinâmica ovariana e concentrações circulantes de hormônios esteroides (progesterona e estradiol) e proteicos metabólicos (IGF-I e insulina) serão avaliados durante a primeira onda do ciclo estral. Em seguida, a produção ovariana de hormônios será estimada pela mensuração da concentração intra-folicular de estradiol do folículo dominante e secreção in vitro de progesterona no cultivo de tecido luteal das vacas taurinas e zebuínas submetidas a alta ou baixa ingestão alimentar. Alternativamente, a produção ovariana de hormônios esteroides poderá ser estimada pela avaliação do fluxo sanguíneo ovariano através do uso de Doppler e colheita de sangue da artéria e veia ovarianas por vídeo-laparoscopia, para posterior dosagem das concentrações circulantes dos hormônios esteroides. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
BASTOS, Michele Ricieri. Diferenças fisiológicas reprodutivas entre Bos taurus e Bos indicus. 2012. 108 f. Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Botucatu.

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