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Avaliação da razão isotópica molecular de n-alcanos em sedimentos da plataforma continental sul-sudeste do Brasil

Processo: 08/07623-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Química
Pesquisador responsável:Márcia Caruso Bícego
Beneficiário:Felipe Sales de Freitas
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Razão isotópica   Plataforma continental   Hidrocarbonetos

Resumo

A maior parte do carbono orgânico marinho está concentrada nas margens continentais e matéria orgânica sedimentar fornece uma variedade de indicadores que podem ser usados para definir a origem dos compostos presentes. Muitos compostos têm potencial ou já são comumente aplicáveis como marcadores moleculares como, por exemplo, os n-alcanos. Essas moléculas apresentam uma boa estabilidade química em água e sedimentos e têm como principais fontes biológicas: plantas terrestres, animais, bactérias, microalgas e macroalgas. A distribuição característica de n-alcanos provenientes de algas e plantas superiores difere significativamente. Uma outra forma de caracterização da origem da matéria orgânica a obtenção das razões isotópicas de carbono em moléculas específicas. A composição isotópica dos n-alcanos de plantas superiores de origem terrestre depende de muitos fatores tais como o valor de d13C do CO2 atmosférico como substrato para a fotossíntese, respostas a mudanças climáticas e tipos de plantas (C3, C4 e CAM). Dessa forma é possível não só definir a contribuição terrestre desses compostos como também definir no atual os padrões de deposição dessas amostras no sedimento para poder inferir sobre mudanças ocorridas nos continente que podem se refletir nos depósitos oceânicos. O objetivo desse projeto é a avaliação da razão isotópica molecular de n-alcanos em sedimentos da plataforma continental sul-sudeste do Brasil, identificando uma possível assinatura geoquímica-isotópica dos diferentes processos oceanográficos, sobre a matriz sedimentar. (AU)