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Estudo da imobilização de biomacromoléculas em nanofibras de poliésteres

Processo: 08/07960-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 31 de julho de 2010
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Luiz Henrique Catalani
Beneficiário:Mariana Carvalho Burrows
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:05/02855-7 - Polímeros sintéticos aplicados a biomateriais, AP.TEM
Assunto(s):Colágeno   Heparina   Nanofibras   Poliésteres   Polímeros (química orgânica)   Eletrofiação

Resumo

Polímeros sintéticos acoplados a componentes biologicamente ativos em sua superfície são de grande importância para a área de biomateriais. A imobilização de biomacromoléculas em dispositivos derivados de polímeros sintéticos pode ser conduzida através da sua reação com grupos funcionais da superfície ou através da produção de uma blenda polímero/biomacromolécula. No caso específico de poliésteres, o grande interesse da imobilização de biomacromoléculas é adequá-lo para aplicações na área médica, principalmente em sua utilização como enxertos vasculares e substratos para crescimento celular. As biomoléculas utilizadas são (i) o colágeno, uma proteína componente da matriz extracelular (ECM) e (ii) a heparina, um carboidrato secretado por células do tecido conjuntivo. O colágeno possibilita o aumento da adesão celular sobre o enxerto, enquanto a heparina age como anticoagulante. A utilização de fibras convencionais de PET (ex. Dacron) funcionalizados e imobilizados com colágeno para a utilização de enxertos vasculares já é conhecida e utilizada pelo mercado.O presente trabalho propõe-se a estudar a produção de nanofibras de poliésteres como o PET e o PBT, através da técnica de eletrofiação. Além disso, pretendemos estudar a imobilização de colágeno e heparina através de (i) produção de blendas compostas de poliéster/colágeno através da eletrofiação de uma co-solução; (ii) funcionalização da superfície da fibra eletrofiada através de aminólise, seguida da imobilização da heparina. Os produtos deste trabalho seriam biomateriais nanofibrosos que deverão apresentar uma resposta muito superior aos materiais similares na forma de fibras convencionais, tendo em vista o aumento da área superficial, além de apresentarem uma porosidade que favorece a adesão celular. (AU)