| Processo: | 08/10177-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica |
| Pesquisador responsável: | Henrique Eisi Toma |
| Beneficiário: | Caterina Gruenwaldt Cunha Marques Netto |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 04/10235-6 - Desenvolvimento de supermoléculas, filmes e dispositivos em nanotecnologia supramolecular, AP.TEM |
| Assunto(s): | Química supramolecular Nanotecnologia Dióxido de carbono Imobilização de enzimas Nanopartículas magnéticas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biofixação | complexos binucleares | Co2 | Química Supramolecular e Nanotecnologia |
Resumo Para compreender a natureza deve-se fazer uso dos mesmos métodos que ela utiliza, portanto, o desenho de um catalisador eficiente deve levar em conta as propriedades dos reagentes e as suas interações com o mesmo, como ocorre nas reações de formação dos carbonatos, uréia e seus derivados e polímeros, inspirando-se em complexos bioquímicos existentes nas enzimas redutoras de CO2. A biofixação do CO2 utilizando células inteiras ou enzimas tem chamado bastante atenção devido às altas conversões e seletividades em condições amenas e sem poluição e pela potencialidade de ser aplicado na indústria. Para uma maior disponibilidade das enzimas no campo da indústria, faz-se uso de nanopartículas magnéticas como suporte em imobilizações. A imobilização destes biocatalisadores em nanopartículas magnéticas traz vantagens como a grande área superficial, a alta taxa de transferência de massa e a fácil separação do biocatalisador pelo simples uso de um campo magnético permanente. Neste trabalho será dada continuidade ao trabalho de iniciação científica apoiado pela FAPESP, imobilizando-se enzimas na superfície de nanopartículas magnéticas para a sua utilização na bioconversão de CO2 em metanol e formaldeído em colaboração com o Prof. Dr. Leandro Andrade do IQ-USP. Esta bioconversão será comparada em termos de viabilidade na utilização do gás carbônico como reagente com a conversão química utilizando um catalisador bi-nuclear desenhado em conjunto com o Prof. Dr. Benjamin List do Instituto Max-Planck que se inspira no complexo da enzima Rubisco (uma carboxilase-oxigenase) e da co-enzima F430, nas reações de Koch e nas carboxilações com metais nobres, tais como paládio e ródio. (AU) | |
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