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Caracterização estrutural da proteína efetora PthA de Xanthomonas axonopodis pv. citri, agente causal do cancro cítrico

Processo: 08/10555-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 31 de agosto de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular
Pesquisador responsável:Mário Tyago Murakami
Beneficiário:Joice Helena Paiva
Instituição-sede: Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (Brasil). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Cristalografia   Caspases efetoras   Cancro (doença de planta)   Xanthomonas axonopodis   Macromolécula   Espalhamento de raios X a baixos ângulos

Resumo

O cancro cítrico se destaca como uma das principais doenças da Citricultura nacional e mundial pela sua facilidade de disseminação e por afetar todas as variedades comerciais de citros. Causado pela bactéria Xanthomonas axonopodis pv. citri (Xac), o cancro cítrico se caracteriza pela formação de lesões eruptivas na epiderme de folhas, frutos e ramos. Durante a infecção, a bactéria se reproduz nos espaços intercelulares induzindo divisão e diferenciação das células do hospedeiro. O mecanismo molecular pelo qual Xac induz hipertrofia e hiperplasia na planta não é inteiramente conhecido, entretanto, sabe-se que a proteína efetora PthA desempenha um papel importante na patofisiologia da doença. A proteína PthA funciona como fator de transcrição na célula hospedeira e é formada por três principais domínios. Em especial, sua região central é composta por regiões repetidas de 34 aminoácidos, aparentemente responsável pela ligação em sítios alvos no DNA da hospedeira. Além disso, PthA deve-se ligar a proteínas de citros para trans-ativar genes relacionados a divisão e expansão celular. Até o momento, não se conhece a estrutura de nenhuma proteína da família PthA/AvrBS3, o que seria de fundamental importância para o entendimento de sua função e interação com alvos protéicos e DNA do hospedeiro. Assim, esse trabalho tem como objetivo obter dados estruturais de PthA e/ou domínios funcionais da proteína através principalmente de cristalografia e outras ferramentas biofísicas como espalhamento de raios X a baixos ângulos. (AU)

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