| Processo: | 09/02074-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Jose Alexandre Marzagão Barbuto |
| Beneficiário: | Rodrigo Nalio Ramos |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 04/09956-0 - Modulação funcional de células dentríticas em diferentes situações fisiopatológicas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Células dendríticas Neoplasias Linfócitos T reguladores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer | células dendríticas | Linfocitos T reguladores | Imunologia de Tumores |
Resumo Conhecimentos acumulados ao longo dos anos demonstram que as células dendríticas (DCs) são as células apresentadoras de antígenos (APCs) mais eficazes em iniciar respostas imunes específicas através da ativação de linfócitos T naive quando em situações de desequilíbrio homeostático gerados em ambientes inflamatórios ou de perigo. O estudo das DCs mostra que este tipo celular apresenta grande heterogeneidade funcional, e é submetido a mecanismos de controle ainda insuficientemente conhecidos durante o estabelecimento da resposta imune. A definição mais precisa dos fatores que influenciam a diferenciação funcional das DCs pode permitir, portanto, grande ganho na eficiência de seu uso como imunomoduladoras. Ao mesmo tempo, a possibilidade da geração de DCs in vitro foi fator fundamental para a criação de protocolos de imunoterapia, principalmente na confecção de vacinas antitumorais, cujo sucesso pleno pode estar relacionado a um melhor entendimento dos mecanismos e interações entre as células dendríticas e células T com funções reguladoras do sistema imune durante o desenvolvimento tumoral. As células T reguladoras (Tregs) FOXP3+ são os personagens principais no controle da resposta imune a auto-antígenos e contribuem, assim, para a tolerância periférica. Dados recentes têm evidenciado que os mecanismos de tolerância periférica, mediados por células T reguladoras, também impedem uma resposta imune antitumoral eficaz, mesmo em condições nas quais os antígenos tumorais possam ser reconhecidos. Apesar dos avanços no conhecimento sobre as interações entre células dendríticas e T reguladoras durante o estabelecimento de respostas imunes antitumorais pouco se sabe sobre esses mecanismos no desenvolvimento do carcinoma mamário. Portanto, o presente estudo visa avaliar o papel imunomodulador de células dendríticas derivadas de indivíduos sadios e pacientes portadores de câncer, sobre a estimulação de linfócitos T reguladores in vitro. Para tanto, pretende-se: comparar a freqüência de células T com fenótipo regulador no sangue periférico de indivíduos portadores de carcinoma mamário e sadios; avaliar comparativamente se as APCs (monócitos, DCs imaturas e DC maduras) obtidas de indivíduos portadores de câncer ou sadios, apresentando antígeno tumoral definido (HER-2/neu), induziriam a conversão de células T em células T com fenótipo regulador; avaliar a atividade "reguladora" dos linfócitos estimulados in vitro por antígenos tumorais apresentados pelas diferentes APCs. | |
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