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Expressão diferencial de microRNAs no coração de ratos espontaneamente hipertensos (SHR) SUBEMITOS a treinamento físico aeróbio

Processo: 09/03264-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2009
Vigência (Término): 31 de maio de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Edilamar Menezes de Oliveira
Beneficiário:Marco Aurelio Amadeu
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Treinamento aeróbio   Ratos endogâmicos SHR   Hipertensão   Coração   MicroRNAs

Resumo

A hipertrofia cardíaca constitui-se num dos principais mecanismos de adaptação do coração em face de uma sobrecarga de trabalho. Situações patológicas e fisiologicas levam a adaptações hipertróficas do miocárdio com características fenotipicas e funcionais diferentes entre si, podendo ser classificadas, de modo geral, como hipertrofia concentrica e excêntrica. Diferenças no tipo de hipertrofia cardíaca é observado quando o coração é submetido a uma sobrecarga fisiológica ou patológica. Esse fato é explicado pela diferença na intensidade e no tipo de sobrecarga que é imposta ao músculo cardíaco. Questões importantes a respeito dos mecanismos envolvidos nesse processo tem sido feitas. Dentro dessa linha, alguns estudos têm observado a expressão gênica de diferentes genes envolvidas no processo de hipertrofia cardíaca como: receptores de membrana, proteínas de sinalização e fatores de transcrição. A re-expressão de genes fetal como a miosina de cadeia pesada do tipo beta (b-MHC) e o fator natriurético atrial (ANF), ausentes na hipertrofia fisiológica, possibilitou utilização destas moléculas como marcador de hipertrofia patológica. Esses genes apresentam expressão aumentada no coração de animais SHR e são modulados pelo treinamento físico.Os microRNAS (miRNAs) foram recentemente descobertos como uma classe de RNA não codificante e vem sendo estudados como reguladores da expressão gênica de diferentes células, inclusive os cardiomiócito. Embora, muito miRNAs sejam altamente expressos no coração, o seu papel nos processos fisio-patológicos ainda não estão muito claros. Assim, a identificação do perfil de miRNAs expressos no coração de animais SHR em comparação com o treinamento físico pode levar a identificação de genes que são modulados pelo treinamento físico e estão envolvidos na reversão da hipertrofia patológica. Esse conhecimento abre a perspectiva de futuramente utilizarmos os resultados obtidos nesse estudo como terapia gênica para inibição ou ativação de miRNAs específicos para reverter o quadro patológico cardíaco observado com a hipertensão.

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