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Comparação da fadiga muscular desenvolvida pelo quadríceps femoral e deltoide médio e seu tempo de recuperação em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica

Processo: 09/03586-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Simone Dal Corso
Beneficiário:Eduardo Foschini Miranda
Instituição-sede: Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Memorial. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fadiga muscular   Reabilitação   Doença pulmonar obstrutiva crônica

Resumo

A disfunção muscular periférica é um achado comum em pacientes com DPOC, mas as adaptações estruturais e o prejuízo funcional parecem não ser homogêneo entre os músculos esqueléticos de membros superiores (MMSS) e inferiores (MMII). A fadiga de quadríceps após exercício em DPOC já foi vastamente estudada na literatura, porém não há estudos analisando a fadiga de MMSS e comparando-a a fadiga de MMII. Neste contexto, o objetivo deste estudo é comparar a fadiga desenvolvida pelo quadríceps femoral e deltóide médio de pacientes com DPOC, em cargas submáximas equivalentes, e, secundariamente, analisar o tempo de recuperação da fadiga entre estes músculos. Serão selecionados 18 pacientes (cálculo amostral) com obstrução moderada à grave (VEF1 < 70 % do previsto) e doença estável. Os pacientes realizarão: teste de contração máxima voluntária (CMV) do quadríceps femoral (QF) e deltóide médio (DM), contração isométrica sustentada (CIS) por 20 segundos com 60% da CVM concomitante ao registro de eletromiografia, teste de endurance do QF e DM com 60% da carga obtida na CVM e novamente a CIS por 20 segundos com registro eletromiográfico para verificação da fadiga do QF e DM. Posteriormente, as variávies eletromiográficas serão comparadas pré e pós o protocolo de endurance para cada músculo e a magnitude da fadiga e seu tempo de recuperação do QF e DM serão comparadas entre si.A importância em comparar a fadiga muscular de diferentes segmentos corporais na DPOC não reside apenas em diferenciar as alterações macroestruturais dessas musculaturas, mas fornecer subsídios fisiológicos para o entendimento dos possíveis mecanismos de melhora pré e pós-intervenção, uma vez que o treinamento de MMSS e MMII são componentes essenciais do programa de reabilitação em pacientes com DPOC. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
Disfunção muscular periférica em DPOC: membros inferiores versus membros superiores. Jornal Brasileiro de Pneumologia, v. 37, n. 3, p. -, Jun. 2011.

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