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Influência da lipocina (ácido palmitoléico C16:1 n-7) sobre a função de neutrófilos

Processo: 09/03494-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2009
Vigência (Término): 30 de novembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Rui Curi
Beneficiário:Jovelina Carvalho de Sousa
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Inflamação   Neutrófilos

Resumo

A obesidade e a resistência à insulina estão associadas a um estado de inflamação crônica subclínica. Nessas condições, há um aumento na produção de citocinas e infiltração de leucócitos no tecido adiposo. Os neutrófilos são os primeiros leucócitos a migrarem para o tecido adiposo, precedendo a migração de macrófagos. O processo inflamatório é regulado por ácidos graxos. Muitos deles modulam a produção de citocinas, expressão gênica e atividade de leucócitos. O ácido palmitoléico (C16:1 n-7) é um ácido graxo monoinsaturado, produzido no próprio tecido adiposo, que recentemente recebeu a denominação de lipocina, pois age sobre o tecido muscular recuperando a sensibilidade à insulina na obesidade. Neste estudo será investigado se este efeito do ácido palmitoléico se deve a um mecanismo antiinflamatório. Para isso, serão realizados estudos em neutrófilos isolados de rato. Primeiramente, será investigado o efeito do ácido palmitoléico sobre a morte de neutrófilos, para determinar a concentração a ser utilizada nos ensaios. Serão feitos testes de aderência, degranulação, quimiotaxia e fagocitose em neutrófilos expostos previamente ao ácido palmitoléico (n-7) e/ou na presença do palmitoleato. As citocinas TNF-±, IL-1² e CINC-2 serão determinadas por ELISA. O óxido nítrico será determinado através do método de Griess, enquanto que as espécies reativas de oxigênio serão avaliadas por lucigenina e fenol vermelho. A expressão gênica das citocinas TNF-±, IL-1² e CINC-2 e de iNOS será avaliada utilizando PCR em tempo real. A ativação do NFºB será avaliada pelo ensaio de mobilidade eletroforética retardada (EMSA).