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Flutuação do voto e sistema partidário: São Paulo 1994-2008

Processo: 09/03532-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2009
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Comportamento Político
Pesquisador responsável:Fernando de Magalhães Papaterra Limongi
Beneficiário:Sergio Simoni Junior
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):São Paulo   Partidos políticos   Eleições (processo político)   Comportamento eleitoral

Resumo

Este projeto tem por objetivo estudar a dinâmica eleitoral do estado de São Paulo para o período 1994-2008, sob o ponto de vista da flutuação eleitoral. A despeito da importância que a literatura mais recente tem conferido aos partidos brasileiros como agentes fundamentais na arena parlamentar, o seu papel na arena eleitoral tem sido pouco estudado. Uma das dimensões ressaltadas diz respeito à (in)capacidade partidária de canalização estável das demandas do eleitorado. O índice de volatilidade eleitoral é utilizado como medida empírica pela literatura comparada para dar conta de tal fenômeno, e seus resultados são base para inferências sobre a estruturação do sistema partidário e/ou consistência do comportamento do eleitorado.Diferentemente do privilégio dispensado pela literatura às eleições legislativas, nossa análise se baseará nas eleições para cargos executivos, a saber: prefeito, governador e presidente, pois entendemos que são as mais importantes, tanto para os partidos quanto para os eleitores, estruturando toda a competição política. Além disso, utilizaremos outra ferramenta metodológica como medida de aferição da volatilidade, de modo a suprir deficiências que o referido índice impõe. O objetivo é buscar, a um só tempo, o comportamento individual dos eleitores e a dinâmica das candidaturas apresentadas. O debate será realizado principalmente em duas frentes: a primeira de caráter sociológico, baseada nos caracteres sociais dos indivíduos; e a outra estratégica, baseada nas mudanças das ofertas partidárias. A hipótese inicial é que as mudanças na oferta de candidatos nos pleitos explicam a volatilidade, ao invés da existência de um eleitor errático, com pouca ou nenhuma estruturação cognitiva. Partidos contam com bases eleitorais mínimas relativamente estáveis e eleitores se movimentam dentro de limites ditados pelo ordenamento do espectro ideológico.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
JUNIOR, Sergio Simoni. Flutuação do voto e sistema partidário: o caso de São Paulo. 2012. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas São Paulo.

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