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Análise dos genes SHH, GLI2 e BMP4 em pacientes com hipopituitarismo associado ou não a defeitos de linha média cerebral

Processo: 09/03841-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2009
Vigência (Término): 31 de agosto de 2010
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Sonir Roberto Rauber Antonini
Beneficiário:Sabrina Soares Paulo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/58365-3 - Fisiopatologia e etiopatogenia molecular de doenças relacionadas aos eixos corticotrófico, somatotrófico e neurohipofisário, AP.TEM
Assunto(s):Hipopituitarismo   Genética molecular   Endocrinologia pediátrica

Resumo

O hipopituitarismo, síndrome clínica resultante da deficiência dos hormônios hipofisários, pode ocorrer em pacientes com defeito de linha média cerebral. As malformações podem ser geneticamente determinadas ou adquiridas. Dentre os defeitos de linha média cerebral associados ao hipopituitarismo, destacam-se a holoprosencefalia, a displasia septo-óptica e anomalias do corpo caloso. Defeitos de linha média cerebral foram associados a mutações nos genes Sonic Hedgehog (SHH), Gli-kruppel family member 2 (GLI2) e Bone Morphogenetic Protein 4(BMP4) os quais estão implicados no desenvolvimento precoce do sistema nervoso central. O presente estudo se propõe a avaliar os casos de hipopituitarismo congênito associados ou não a defeitos de linha média atendidos no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP). Realizaremos a pesquisa da presença de mutações e polimorfismos nos genes SHH, GLI2 e BMP4, em pacientes com diagnóstico de hipopituitarismo e/ou defeitos da linha média cerebral. Avaliaremos também a prevalência de hipopituitarismo nos mesmos pacientes e, adicionalmente, verificaremos a progressão da falência hipofisária em um grupo de pacientes com defeitos da linha média previamente avaliados. Avaliaremos cerca de 120 pacientes com hipopituitarismo congênito sem causa definida, holoprosencefalia, displasia septo-óptica e/ou anomalia de corpo caloso. O diagnóstico de hipopituitarismo será realizado pela história clínica, exame físico e testes laboratoriais clássicos para deficiências hormonais. Os pacientes serão submetidos à Ressonância Nuclear Magnética para avaliar as alterações neurorradiológicas. Para a análise genética, as regiões codificadoras dos genes SHH, GLI2 e BMP4 serão amplificadas por PCR utilizando primers específicos. Os fragmentos amplificados serão avaliados por seqüenciamento automático. O equilíbrio de Hardy-Weinberg será avaliado para as freqüências genotípicas encontradas e a freqüência alélica entre os grupos será avaliada pelo teste exato de Fischer. Será realizada a análise funcional in vitro das eventuais mutações encontradas.