| Processo: | 09/06531-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Luis Eduardo Soares Netto |
| Beneficiário: | Aline Francoise de Camargo Reydon |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leveduras Espécies de oxigênio reativas Saccharomyces cerevisiae Antioxidantes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antioxidante | espécies reativas de oxigênio | levedura | peroxirredoxina | Saccharomyces cerevisiae | tiol | Resposta antioxidante |
Resumo Espécies Reativas de Oxigênio (EROs) são formadas quando a redução de oxigênio a água na respiração celular é incompleta. Esses compostos podem gerar estresse oxidativo, causando danos aos componentes celulares. As células aeróbicas possuem vários mecanismos antioxidantes para manter o equilíbrio de seu estado redox. A beta-oxidação de ácidos graxos no peroxissomo gera peróxido de hidrogênio, uma ERO. Nesse caso, a defesa antioxidante tem sido tradicionalmente atribuída à catalase. No entanto, linhagens de levedura cultivadas em oleato (indutor de peroxissomos) e deficientes em catalase têm taxas de sobrevivência muito semelhantes à respectiva linhagem selvagem (Hiltunen et al., 2003), sugerindo a existência de sistemas antioxidantes alternativos no peroxissomo. Temos a intenção de investigar a possibilidade de que peroxirredoxinas contribuam na defesa a danos oxidativos nessa organela. Essa idéia foi corroborada por resultados obtidos por nosso grupo indicando que, em condições respiratórias, células cta1 exibem uma expressão aumentada de genes que codificam outras enzimas antioxidantes - mais especificamente Ahp1, Prx1 e Tsa2. Visamos esclarecer os mecanismos antioxidantes presentes no peroxissomo através do desenvolvimento de linhagens duplo-mutantes (como cta1ahp1 e tsa1ahp1), de ensaios de viabilidade, da quantificação da produção dos diferentes EROs e da investigação da expressão de diferentes peroxirredoxinas durante o estresse oxidativo. | |
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