| Processo: | 09/06833-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Luis Eduardo Soares Netto |
| Beneficiário: | Marcela Valente Pimenta |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Xylella fastidiosa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | AhpF | NADH-oxidase | Xylella fastidiosa | Defesas antioxidantes |
Resumo Xylella fastidiosa é o agente etiológico de diversas fitopatogenias economicamente importantes como a Clorose Variegada dos Citrus. Plantas produzem oxidantes como peróxidos na tentativa de matar microorganismos. Estes por sua vez desenvolveram defesas antioxidantes, como AhpR (Alquil hidroperóxido redutase) que é composta pela peroxirredoxina AhpC (Alquil hidroperóxido redutase, subunidade C) e pela flavoproteína-dissulfeto redutase AhpF (Alquil hidroperóxido redutase subunidade F). A atividade de AhpC está baseada em um resíduo de cisteína completamente conservado que se apresenta na forma de tiolato na forma reduzida e dissulfeto na forma oxidada. A redução de AhpC é realizada por AhpF, o qual é composta por três domínios: um que apresenta similaridade a tiorredoxinas (Trx) e outros dois domínios similares a domínios de tiorredoxina redutase (TrxR). Trx são dissulfeto redutases com motivo CXXC; enquanto TrxR é como AhpF uma flavoproteína dissulfeto redutase, porém sem o dominio Trx. De modo intrigante, a AhpF produz H2O2 através de uma atividade NADH-oxidase, a qual é dependente da flavinas, mas não das cisteínas catalíticas. Resultados obtidos de forma não sistemática por nosso grupo indicam que TrxR não apresentam atividade NADH oxidase. Portanto, em principio, a ausência de AhpC (um antioxidante) exacerba uma atividade pró-oxidante (NADH oxidase). Este trabalho tem como objetivo caracterizar o papel fisiológico do sistema AhpR em Xylella fastidiosa. Entre outros aspectos, serão comparadas estrutural e funcionalmente TrxR e AhpF de Xylella fastidiosa. Também tentaremos construir de linhagens de X. fastidiosa com deleção para genes dessas proteínas em colaboração com o grupo da Dra. Marilis do Valle Marques (ICB-USP). | |
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