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Efeitos da administração oral do extrato de Phyllanthus amarus schumach. & Thonn. e do transcariofileno na hipernocicepção no modelo de encefalomielite autoimune experimental

Processo: 09/51882-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2009
Vigência (Término): 30 de abril de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Elisaldo Luiz de Araujo Carlini
Beneficiário:Graziella Rigueira Molska
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Dor   Esclerose múltipla   Plantas medicinais

Resumo

A esclerose múltipla é uma doença inflamatória desmielinizante do sistema nervoso central. Entre os principais sintomas esta a dor crônica que afeta cerca de 50% a 80% dos indivíduos acometidos. Diversos estudos têm sido realizados com intuito de buscar tratamentos como medida terapêutica. No entanto, são escassos os estudos com plantas medicinais em modelos animais dessa doença. Sabendo que tanto a Phyllathus amarus Schumach. & Thonn. Como Copaifera multijuga Hayne: apresentam efeitos antinociceptivos em diversos modelos animais de dor, o objetivo deste trabalho será avaliar o efeito antialodínico dessas plantas no modelo de encefalomielite autoimune experimental em camundongos. Inicialmente será realizada uma triagem farmacológica para verificar a ocorrência de efeitos tóxicos e avaliação da coordenação motora. A seguir, serão realizados testes para detectar o efeito antinociceptivo (placa quente e o teste de formalina na pata). Para avaliação de atividade antialodínica, camundongos serão imunizados por via subcutânea no flanco com 200 μg de glicoproteína da mielina dos oligodendrócitos dissolvida em adjuvante completo de Freund contendo 5 mg/ml de M. tuberculosis. Esses animais serão avaliados antes e após a imunização quanto à alodínia mecânica pelo teste de Von Frey e hiperalgesia térmica na placa quente. Será verificado também o efeito das plantas sobre o desenvolvimento da resposta autoimune adaptativa pela proliferação de células T e produção de citocinas frente estímulo antígeno específica. (AU)

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