| Processo: | 09/09168-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Vera Lúcia Pereira Chioccola |
| Beneficiário: | Cristina da Silva Meira Strejevitch |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | AIDS Técnicas e procedimentos de laboratório Toxoplasma gondii Toxoplasmose cerebral |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aids | resposta imune celular e humoral | Toxoplasma gondii | Toxoplasmose cerebral | Diagnostico laboratorial |
Resumo A toxoplasmose é uma infecção cosmopolita com uma pequena porcentagem de indivíduos desenvolvendo a forma clínica. Constitui um sério problema de saúde pública principalmente em gestantes que não tiveram contato prévio com T. gondii e indivíduos soropositivos que desenvolvam algum tipo de imunossupressão como os pacientes que se infectam com o vírus HIV. Nesta população existe uma grande chance de ocorrer a reativação de infecção latente, causando doença neurológica. Assim, T. gondii constitui a causa mais comum de lesões expansivas intracranianas, sendo que no Brasil, a prevalência da toxoplasmose cerebral é alta e com considerável morbidade e mortalidade. Neste contexto, prover um melhor entendimento da resposta imune destes pacientes, avaliando a presença de marcadores sorológicos em diferentes materiais biológicos se faz de extrema importância uma vez que, podem contribuir na progressão da doença e auxiliar no desenvolvimento de estratégias diagnósticas e de controle epidemiológico. O presente projeto pretende estudar alguns aspectos da resposta imune celular e humoral na co-infecção toxoplasmose cerebral/Aids utilizando como antígeno proteínas excretadas/secretadas por taquizoítos de T. gondii (ESAs), que serão produzidas a partir da adaptação das formas "taquizoíto" (cepa RH) em culturas de tecidos livres de soro fetal bovino. O primeiro passo será padronizar a produção dos antígenos (taquizoítos íntegros, antígeno bruto e ESA) para utilização nos testes sorológicos, a partir dessa nova linhagem celular. A seguir a ESA-ELISA será adaptada para avaliar anticorpos anti-ESAs em líquido cefalorraquidiano (LCR) proveniente de pacientes com Aids e toxoplasmose cerebral, Aids e outras doenças neurológicas. Os resultados gerados serão analisados por comparação com os resultados entre os grupos. A terceira etapa do projeto será a análise das subclasses de imunoglobulinas e citocinas nos soros dos pacientes com Aids e toxoplasmose cerebral. Antes de realizar os experimentos, as reações deverão ser padronizadas com amostras padrões. Incluem-se nestas padronizações as dosagens das citocinas e subclasses de imunoglobulinas. Conjuntamente serão processadas amostras de pacientes com Aids e outras doenças neurológicas, e indivíduos com toxoplasmose assintomática e normais. Os resultados gerados serão analisados por comparação entre os grupos e poderão contribuir para o diagnóstico mais específico da toxoplasmose cerebral, haja vista o diagnóstico por imagens nem sempre ser conclusivo, além de não ser tão acessível à população que o necessita. (AU) | |
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