| Processo: | 09/09747-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Lygia da Veiga Pereira |
| Beneficiário: | Gustavo Ribeiro Fernandes |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mapeamento genético Expressão gênica diferencial Genes modificadores Polimorfismo de um único nucleotídeo Síndrome de Marfan Modelos animais Repetições de microssatélites Análise em microsséries |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | expressão gênica | genes modificadores | Mapeamento | Modelo Animal | Qtl | Sindrome De Marfan | Mapeamento Gênico |
Resumo A Síndrome de Marfan (SMF) (OMIM# 154700) é a mais comum das doenças genéticas do tecido conjuntivo herdada de forma autossômica dominante, ela apresenta incidência de 1 em cada 10.000 indivíduos. Apesar de apresentar grande variabilidade clínica inter e intra-familiar, o fenótipo da SMF possui penetrância completa, e suas manifestações clínicas afetam primariamente os sistemas esquelético, ocular e cardiovascular. A SMF é causada por mutações no gene codificador da fibrilina-1 (FBN1), a componente estrutural mais abundante das microfibras existentes na matriz extracelular, que junto com a elastina formam a fibra elástica (Zhang e Cols., 1995). Esta síndrome é causada por mutações no gene codificador da fibrilina-1 (FBN1), a componente estrutural mais abundante das microfibras existentes na matriz extracelular, que junto com a elastina formam a fibra elástica (Zhang e Cols., 1995). Acredita-se que o fenótipo da SMF siga o modelo dominante-negativo, no qual proteínas mutantes interagem com as fibrilinas normais, incorporando-se às microfibras e perturbando, assim, a sua organização e integridade (Judge e Cols, 2004; Hutchinson e Cols, 2003). Para se criar um modelo animal que fosse capaz de reproduzir o efeito dominante-negativo na SMF, camundongos (Mus musculus) tiveram o gene FBN1 alterado por recombinação homóloga em células tronco embrionárias gerando-se a linhagem mgDneoLoxP. Durante os cruzamentos para obtenção de isogenia nos backgrounds C57BL/6J e 129/Sv, observou-se grande variabilidade clínica dos sintomas ósseos entre os afetados, similar àquela apresentada em humanos. O objetivo deste projeto é utilizar este modelo experimental para identificar genes modificadores do fenótipo da SMF. Para isso, serão desenvolvidos métodos quantitativos de análise para cada um dos sistemas afetados (ósseo, pulmonar e circulatório). Estes permitirão a análise de animais resultantes do retrocruzamento entre as duas linhagens utilizando microssatélites e SNPs para o mapeamento de genes modificadores. Como estratégia complementar, será analisada a expressão gênica diferencial entre tecidos de animais afetados das duas linhagens, para identificarmos possíveis vias metabólicas envolvidas na variabilidade clínica observada. (AU) | |
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