| Processo: | 09/11216-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Luiz Mário Ramos Janini |
| Beneficiário: | Edsel Renata de Morais Nunes |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Peptídeo hidrolases Diversidade genética Provirus HIV-1 Infectologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Diversidade Genética | Hiv-1 | infecção dupla | pol | protease | provirus | Infectologia |
Resumo O Vírus da Imunodeficiência Humana, HIV-1, possui uma importante diversidade genética. No Brasil, os subtipos de maior circulação são B, C e F. Toda essa diversidade é resultado direto da incorporação de erros durante a replicação viral. A capacidade de diversificação da informação genética contida em seu genoma permite ao HIV adaptar-se às pressões seletivas impostas pelo meio onde está se replicando. A própria imunopatogênese da doença, na era pré e pós-tratamento empregando-se antiretrovirais, é influenciada pela variabilidade genética viral. A co-circulação de múltiplos subtipos e a presença de co-infecção ou superinfecção favorece o surgimento de vírus recombinantes entre subtipos distintos de HIV-1, o que pode significar a seleção de uma estrutura viral mais adaptada. Acredita-se que a resposta imunológica a infecção por HIV-1 impede a superinfecção por um segundo vírus. No entanto recentes estudos têm documentado casos de superinfecção por HIV-1 em humanos quer de diferentes ou de mesmo subtipo viral. A proposta desse estudo é avaliar a presença de infecção dupla em pacientes tratados com terapia antiretroviral distribuída pelo Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmitidas (PN-DST), através do Ministério da Saúde, que podem estar sendo indicativas desse tipo de infecção. O esclarecimento desse fato poderá, inclusive, contribuir para a idealização de novas estratégias terapêutico-vacinais. | |
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