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Impactos ambientais urbanos em áreas de expansão: desafios ao planejamento metropolitano

Processo: 09/11086-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2010
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Métodos e Técnicas do Planejamento Urbano e Regional
Pesquisador responsável:José Augusto de Lollo
Beneficiário:Mauricio Polidoro
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Metrópoles   Geotecnologias   Planejamento territorial urbano

Resumo

As cidades brasileiras têm percorrido inúmeros percalços nas últimas décadas para abrigar a grande massa de população que tem se concentrado nesses meios em busca de uma possível melhoria na qualidade de vida e oportunidades econômicas. O despreparo dos municípios para agregar toda essa população tem refletido diretamente nos impactos ambientais e desigualdades sociais, principais características destas cidades. Aquelas que concentram a maior parte da população - as áreas metropolitanas - são comumente as que possuem os impactos e desigualdades mais evidentes, seja pela falta de planejamento e gestão urbana ou pelas fracas políticas de desenvolvimento socioeconômico e ambiental. A partir disso, evidenciam-se, cada vez mais, constantes tentativas dos planejadores urbanos em criar mecanismos de controle do uso e ocupação do solo (como o zoneamento), porém, por mais eficazes que estes parecem ser, aquelas regiões com maior concentração populacional e fortes traços de conurbação, geralmente, não desenvolvem mecanismos integradores de planejamento do uso do solo. Neste sentido, a presente proposta objetiva, através dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG), analisar o processo temporal de constituição da metrópole de Londrina (Paraná, Brasil) e avaliar, através da evolução de loteamentos, do zoneamento e relatórios de impactos ambientais e de vizinhança ou relatórios públicos, como as relações intermunicipais ocorrem e demonstrar que a falta de integração metropolitana na constituição dos instrumentos do controle do uso e ocupação do solo podem provocar inúmeros impactos para os aglomerados urbanos e como conseqüência inúmeras dificuldades para o planejamento urbano.