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Efeitos modulatórios de anestésicos locais associados a carreadores sobre a produção de citocinas em células epiteliais orais e fibroblastos gengivais humanos

Processo: 09/11854-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2010
Vigência (Término): 31 de outubro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Francisco Carlos Groppo
Beneficiário:Luiz Eduardo Nunes Ferreira
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/00121-9 - Novas formulações de anestésicos locais de liberação controlada: do desenvolvimento ao teste clínico odontológico, AP.TEM
Assunto(s):Lipossomos   Ciclodextrinas   Anestésicos locais   Citocinas

Resumo

O controle mais eficaz da dor tem motivado a pesquisa de novas formulações anestésicas locais. A associação a carreadores (objeto de estudo do projeto temático vinculado) tem sido proposta visando prolongar o efeito anestésico e reduzir sua toxicidade. Novas formulações anestésicas produziram uma baixa toxicidade sistêmica, aumento da meia-vida plasmática in vivo e maior duração da anestesia. Também foram observados efeitos adversos como o aparecimento de processos inflamatórios indolores e sem causa aparente. Esta resposta inflamatória de natureza desconhecida poderia ser desencadeada pela liberação de citocinas pró-inflamatórias. A aplicação destas formulações em seres humanos, nas formas tópicas desenvolvidas pelo grupo, exige biocompatibilidade e ausência de reações adversas importantes. Desta maneira, o objetivo do estudo é observar os efeitos dos anestésicos locais livres e associados aos carreadores sobre a modulação das citocininas IL6, IL1alfa, IL1beta e TNFalfa em culturas de células epiteliais orais e fibroblastos gengivais humanos. As células serão expostas a diferentes concentrações dos anestésicos bupivacaína, lidocaína, ropivacaína e benzocaína livres ou associados a lipossomos ou ciclodextrina. A quantificação de citocinas será feita utilizando o teste de ELISA de captura, após 6h e 24h da exposição aos anestésicos. As células serão quantificadas após os períodos de exposição e comparadas ao grupo controle sem tratamento. A análise estatística será realizada por ANOVA (teste de Tukey) ou Kruskal-Wallis (teste de Dunn) na dependência da distribuição dos dados e da homecedasticidade das variâncias. O nível de significância será 5% e o pacote estatístico será o BioEstat 5.0.