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Análise de oligopeptidases e peptídeos intracelulares e suas implicações fisiopatológicas em doenças neurodegenerativas

Processo: 09/53515-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2010
Vigência (Término): 30 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Luiz Roberto Giorgetti de Britto
Beneficiário:Cecília Cequeira Café Mendes
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):12/21573-6 - Alterações no conteúdo peptídico intracelular na esquizofrenia do lobo temporal anterior, BE.EP.DR
Assunto(s):Doença de Parkinson   Epilepsia   Peptídeos   Pilocarpina   Doenças neurodegenerativas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Doenca De Parkinson | Epilepsia | Oligopeptidases | Peptideos | Pilocarpina | 6 0Hda

Resumo

As doenças neurodegenerativas caracterizam-se por serem disfunções progressivas e com perda neuronal. Dentre essas doenças está a epilepsia, cujas crises representam um estado de hiperatividade de neurônios e de circuitos cerebrais capaz de gerar descargas elétricas sincrônicas anormais e que pode ser mimetizada em modelos animais pela administração do agonista muscarínico pilocarpina. Outro exemplo é a doença de Parkinson, caracterizada por alterações de movimento atribuídas a uma queda nos inputs dopaminérgicos no estriado, devido à degeneração neuronal da substância negra para compacta (SNc). Essa doença também pode ser reproduzida em modelos animais pela administração de 6-hidroxi-dopamina. Alguns estudos já correlacionam à participação de peptídeos e oligopeptidases na progressão da doença de Alzheimer e dados em nosso meio confirmam o papel ativo desses peptídeos na regulação de receptores canabinóides, tidos como importantes para a modulação de doenças neurodegenerativas. Assim, objetivamos nesse trabalho investigar possíveis alterações no conteúdo de oligopeptidases e de peptídeos intracelulares em regiões do encéfalo de camundongos C57BL/6J afetadas durante a progressão da doença de Parkinson e da epilepsia. Para isso, utilizaremos as técnicas de marcação isotópica e Cromatografia líquida acoplada à Espectrometria de massa (LC-MS/MS) para análise semi-quantitativa e identificação do conteúdo peptídico intracelular, determinação de atividade e distribuição tecidual semi-quantitativa da thimet-oligopeptidase (EP24.15) e da neurolisina (EP24.16) por ensaios enzimáticos, de imuno-histoquímica e Western blot, entre outros. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MENDES, Cecília Cequeira Café. Peptídeos intracelulares na doença de Parkinson e na esquizofrenia.. 2014. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas (ICB/SDI) São Paulo.

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