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Ciclagem do fósforo em Floresta Ombrófila Densa dos Núcleos de Picinguaba e Santa Virginia -SP

Processo: 09/15175-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2010
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Ciência do Solo
Pesquisador responsável:Marisa de Cassia Piccolo
Beneficiário:Denise Teresinha Gonçalves Bizuti
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Serrapilheira   Fertilidade do solo   Fósforo   Floresta ombrófila densa   Ciclagem de nutrientes

Resumo

Atualmente observa-se a necessidade de projetos direcionados à interação solo-planta em ecossistemas naturais, envolvendo a recuperação de áreas degradadas. Vários estudos têm demonstrado que a ciclagem de nutrientes, principalmente em solos de baixa fertilidade, é a responsável pela manutenção das florestas. Em especial, a ciclagem do fósforo requer maiores atenções pelo fato da baixa disponibilidade e da elevada capacidade de adsorção desse elemento em solos tropicais. Dessa forma, o fósforo orgânico assume considerável importância por reduzir os efeitos de tais processos, permanecendo na forma de compostos orgânicos no solo. O objetivo desse trabalho é avaliar a ciclagem do fósforo ao longo do gradiente altitudinal da Floresta Ombrófila Densa nos Núcleos de Picinguaba e Santa Virgínia - Ubatuba/São Luis do Paraitinga, determinando quantitativamente os compartimentos inorgânicos e orgânicos nos quais o fósforo está retido, como também o fósforo, carbono e nitrogênio na serapilheira acumulada na superfície do solo. Referente à Floresta Ombrófila Densa será avaliada as áreas de Mata de Restinga (5 a 20m de altitude), de Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas (50 a 100m), de Floresta Ombrófila Densa Submontana (300 a 600m de altitude) e de Floresta Ombrófila Densa Montana (ao redor de 1000m de altitude) e também uma área de pastagem (810m). O presente estudo está relacionado ao projeto temático do programa BIOTA/FAPESP (no 03/12595-7) e ao projeto FAPESP (no 2007/52482-8). Serão coletadas amostras de serapilheira de acordo com a variação sazonal (estações seca e úmida), perfazendo duas coletas. Os estudos da fertilidade do solo serão feitos até 0,4m de profundidade, em camadas de 0-5, 5-10, 10-20, 20-30, 30-40 cm, totalizando cinco camadas de solo, para cada um dos ecossistemas estudados. Para cada camada será realizado o fracionamento seqüencial do fósforo. No solo também serão feitas análises químicas dos teores de N e C para avaliar a relação de tais elementos com o P.

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