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Caracterização de parâmetros biomecânicos durante a subida de degraus

Processo: 10/06833-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2010
Vigência (Término): 31 de maio de 2013
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia
Pesquisador responsável:Neri Alves
Beneficiário:Heloyse Uliam Kuriki
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Eletromiografia   Biomecânica   Torque

Resumo

Subir e descer escadas são atividades funcionais habituais e muito relatadas como queixa principal por pacientes com alterações ortopédicas como a síndrome dolorosa femoropatelar (SDFP) - por ser um movimento que acarreta descarga de peso unilateral e assim causa um aumento da dor - e por pacientes com afecções neurológicas - devido à dificuldade na execução deste gesto. Além disso, a subida e descida de escadas é habitualmente utilizada como técnica terapêutica na reabilitação destes pacientes. Entretanto, poucos estudos foram realizados com o intuito de caracterizar o movimento durante a subida ou descida de degraus e estes estudos concluíram que a alta variabilidade dos dados não permitiu confirmar os resultados. Neste contexto, este projeto tem o objetivo de estabelecer um padrão de normalidade com o intuito de verificar quais parâmetros estão de fato alterados em indivíduos com SDFP quando comparados a um grupo de indivíduos clinicamente saudáveis com relação a dados de eletromiografia e de torque obtidos durante a subida ou descida de escada. Propõe-se avaliar 40 indivíduos sem história de dor ou lesão, todos do sexo feminino e com características antropométricas semelhantes e um grupo de 10 indivíduos com diagnóstico médico de SDFP; será realizada avaliação da atividade eletromiográfica dos músculos superficiais do quadríceps e da variação do torque durante a subida ou descida de uma escada de sete degraus. Para a análise será testada a repetibilidade destes dados intra e inter-individualmente, utilizando-se técnicas estatísticas para cálculo de coeficiente de correlação intraclasse, coeficiente de correlação múltipla e erro padrão; bem como análises estatísticas convencionais para o estudo entre os grupos.