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Estatinas como coadjuvantes no tratamento experimental da doença de Chagas e Leishmanioses.

Processo: 09/17108-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2010
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Análise e Controle de Medicamentos
Pesquisador responsável:Sérgio de Albuquerque
Beneficiário:Kelly Cristina Rodrigues
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Ergosterol   Inibidores de hidroximetilglutaril-CoA redutases   Bioatividade   Leishmania   Trypanosoma cruzi

Resumo

As doenças denominadas como negligenciadas tem causado, nos últimos anos, uma preocupação muito acentuada na comunidade científica e para as autoridades de saúde, relacionada às suas terapêuticas, no sentido de que os medicamentos existentes não são se apresentam totalmente eficazes, além de determinarem efeitos colaterais extremamente elevados, em algumas situações de doenças parasitárias. Nesse perfil se encaixa a doença de Chagas e as Leishmanioses, etiologias determinadas por Trypanosoma cruzi e parasitos do gênero Leishmania, respectivamente.Como proposta de encontrarmos uma alternativa terapêutica para o tratamento dessas parasitoses, propomos no presente projeto estarmos avaliando o potencial terapêutico de algumas estatinas (simvastatinas, rosuvastatina e mevastatina), comercialmente encontradas para o tratamento de níveis elevados de colesterol e triglicérides, bem como avaliarmos suas interações com os protozoários envolvidos no desenvolvimento dessas parasitoses, baseados no princípio de que a rota bioquímica para a formação de colesterol é semelhante à do ergosterol, componente da membrana plasmática dos protozoários acima indicados. Paralelamente, serão realizadas avaliações de associação dessas estatinas com os medicamentos de referência para estabelecermos a efetividade das mesmas como coadjuvantes no tratamento das parasitoses.Serão também avaliados alguns mecanismos de ação envolvidos na atividade da estatina ao nível celular, além de etapas de quantificação do parasitismo em sistemas in vitro e in vivo.

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
RODRIGUES, Kelly Cristina. Estatinas como coadjuvantes nos tratamentos da doença de Chagas e leishmanioses. 2014. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto Ribeirão Preto.

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