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Estudo de Doença Residual Mínima em Leucemia Linfóide Aguda da Criança e do Adolescente.

Processo: 10/01709-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2010
Vigência (Término): 31 de agosto de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:José Andrés Yunes
Beneficiário:Mônica Aparecida Ganazza
Instituição Sede: Centro Infantil de Investigações Hematológicas Dr Domingos A Boldrini (CIB). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Oncologia   Neoplasia residual   Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras   Reação em cadeia por polimerase (PCR)
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Doença residual mínima | Leucemia linfoide aguda | Pcr | Rearranjos de TCR e Ig | Cancerologia

Resumo

Os atuais protocolos de tratamento de leucemia linfóide aguda (LLA) infantil alcançam um índice de sobrevida livre de doença maior que 70%. Parte do sucesso se deve à estratificação dos pacientes em diferentes grupos de risco, segundo fatores prognósticos pré-tratamento, como contagem leucocitária e idade do paciente ao diagnóstico. A resposta inicial ao tratamento, avaliada pela quantificação de células leucêmicas residuais, ou doença residual mínima (DRM), é atualmente um dos mais importantes fatores para a identificação de pacientes com maior ou menor risco de recaída. Um dos critérios de realocação dos pacientes nos grupos de risco do novo protocolo do Grupo Brasileiro de Tratamento da Leucemia Infantil (GBTLI LLA-2009), será a DRM dos dias 15 e 35 do tratamento, avaliada por citometria de fluxo e por PCR qualitativo de genes Ig e TCR. O presente projeto visa comparar o valor preditivo da DRM avaliada por estes dois métodos: citometria de fluxo e PCR qualitativo, em um grupo de 100 casos novos de LLA, tratados no Centro Infantil Boldrini. Além disso, pretende-se estabelecer a rotina de análise da DRM por PCR quantitativo dos genes Ig e TCR, comparando os resultados obtidos com aqueles do PCR qualitativo. Espera-se fornecer mais subsídios para adoção da DRM nos próximos protocolos do GBTLI, inclusive pela formação de recursos humanos atualmente deficitários na área.

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
GANAZZA, Mônica Aparecida. Estudo de doença residual mínima em leucemia linfóide aguda da criança e do adolescente. 2014. Tese de Doutorado - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Ciências Médicas Campinas, SP.

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